Persore
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DÁ PRÁ SER FELIZ NO TRABALHO!

Por: Roseli Pinese Macetti

Olhar para o trabalho, nos dias de hoje, nos remete a uma nostalgia. Tantas incertezas, tanta insegurança...

Analisemos quais são as principais queixas. E refletir sobre elas pode ajudar.

1.     Falta de orientação da chefia: boa parte dos chefes precisa, sim, melhorar a orientação dada à equipe, trazendo estímulo, clareza de objetivos e transparência, principalmente em tempos de crise. Contudo, a motivação é intrínseca e seria injusto colocar a responsabilidade pelo sucesso de nossa carreira na mão deles. Nós somos responsáveis por ela.

 

2.     Desenvolvimento pessoal insuficiente: dedicando boa parte de seu tempo à organização, o colaborador “espera” que a organização o ajude a evoluir na sua carreira. Essa questão deve estar no foco do colaborador. Esperar, só faz o tempo passar. Cabe a cada um procurar analisar e saber do que está precisando para crescer em sua ocupação.

 

3.     Chefe despreparado para a função: sempre poderemos nos deparar com esta situação. É necessário ter em mente que todas as pessoas estão sempre em desenvolvimento. Portanto, façamos para colaborar com o crescimento da equipe, nos tornando prestativos e atentos às necessidades dela, auxiliando o chefe na busca de resultados.

 

4.     Falta do reconhecimento de direito: se focarmos somente na questão salário, nos frustraremos. Certamente, não é o salário apenas, que nos torna satisfeito. E, sim o reconhecimento por um bom trabalho realizado. Então, procuremos identificar qual trabalho é esse, onde encontrá-lo e planejar para alcançá-lo o mais rápido possível. Assim, teremos dias mais felizes, tendo como consequência um salário para nos manter.

 

5.     Ideias ignoradas: há muitas reclamações neste sentido. Paremos para refletir na seguinte questão: quando fornecemos uma ideia, ela é somente isso. Dar a ideia não significa que ela DEVERÁ ser colocada em prática. Uma ideia precisa ser analisada. A visão do superior é muito mais ampla que a do colaborador. Assim, dedique-se ao seu desenvolvimento e continue dando suas ideias e sugestões. Isso fará bem ao grupo porque, quando for oportuno, ela será aproveitada e o mesmo será bastante beneficiado.

 

6.     Ausência de um propósito no trabalho: saber qual a finalidade de seu trabalho e dar valor ao que faz é muito importante para se sentir útil e satisfeito. Assim, se a informação não chegar pelo seu chefe, vá atrás dela. Busque, pesquise e não espere tudo de “mão beijada”

 

 

O trabalho ocupa seu espaço em nossas vidas. Faz parte dela desde muito cedo. Sabendo cuidar adequadamente dessa área certamente conseguiremos grandes progressos.

Precisamos nos conhecer, saber de nossas potencialidades e limitações. Devemos traçar objetivos desafiadores, porém atingíveis.

Cuidemos de nossa área profissional porque ela é um dos pilares sem o qual nossa vida se tornaria sem sentido.

16
Maio
2017



Comunicação

por: Fernando Nardo

Ao realizar diagnósticos em diferentes organizações, não é raro nos depararmos com situações onde a comunicação é apontada como um dos pontos que merecem atenção. E quando solicitamos fatos ou exemplos que ilustrem os problemas da comunicação, ouvimos respostas como: “fizemos reuniões, enviamos e-mails, elaboramos manuais... mas as pessoas não entendem”.

Segundo o Dicionário Eletrônico Houaiss, o primeiro texto sobre comunicação é:  ação de transmitir uma mensagem e, eventualmente, receber outra mensagem como resposta. Comunicação, vem do latim e significa partilhar, tornar algo comum.

Quando consideramos o processo da comunicação (Figura 1), autores indicam que é responsabilidade do emissor, aquele que emite a mensagem, fazer escolhas e atuar para que a transmissão da informação seja concluída com sucesso. Desta forma, espera-se que os receptores entendam a mensagem emitida, indicando esta compreensão com ações e feedback.


 



Ora, para uma comunicação eficiente, algumas perguntas devem ser respondidas antes de codificar a mensagem e escolher o canal para seu envio: O quanto conheço do público alvo de minha mensagem? Quantas e quais gerações deverão receber a mensagem? Tenho conhecimento suficiente sobre o repertório e os canais de comunicação necessários para atingir o público alvo?

Venha nos visitar e aproveite para conhecer os trabalhos da Persore, que podem ajudar a melhorar a comunicação em sua empresa.

 


25
Outubro
2016



OUTUBRO ROSA - PARTE II

por: Kelli Cristina Mendes de Melo, 42 anos.

O mês de outubro vem sendo coroado como “Outubro Rosa”, dedicado à conscientização, prevenção e a saúde da mulher, dando uma abordagem especial ao câncer de mama!

A importância do diagnóstico precoce permite a mulher mais segurança no tratamento e no tipo de cirurgia que retirará o tumor. Por isso, a conscientização para realizar consultas anualmente e fazer os exames solicitados pelo especialista são imprescindíveis para detectar a doença.

Outro fator importante é a mulher conhecer o próprio corpo, se permitir o toque, reconhecer dores localizadas e se perceber algo diferente procurar um médico especialista para avaliação.

Redescobrir a vida, mudar a ordem das prioridades, dar mais valor aos pequenos acontecimentos do dia-a-dia, não deixar pequenas dificuldades te estressarem tanto, são algumas mudanças que ocorrem em nosso interior quando temos que passar por um tratamento tão doloroso ao descobrir uma enfermidade grave.

Isto tudo aconteceu comigo! Em julho de 2015 agendei minha consulta anual com a ginecologista, em agosto passei pela consulta, realizei alguns exames no consultório mesmo e agendei a mamografia e ultra som. No dia da consulta estava tudo certo.

No inicio de setembro realizei a mamografia e uns dois dias após foi solicitado que eu fosse fazer um complemento para concluir o laudo. E no resultado constava uma alteração na mama esquerda. Foi aí que tudo começou, o próximo exame solicitado já foi uma biópsia.

Saindo deste exame, pela conversa que eu tive com o doutor, já sabia que estava com “câncer”. E partir deste momento minha rotina já mudou.

Foram vários exames, consultas até concluir o diagnóstico. E no dia 18 de novembro recebi o resultado final, que concluiu: Carcinoma invasivo (neoplasia maligna da mama), o famoso câncer de mama!

E os caminhos traçados e planejados foram: cirurgia, quimioterapia, radioterapia e hormonoterapia, seria um ano de tratamento que mudaria completamente tudo em minha vida!

Num primeiro momento receber uma notícia desta é muito triste, você perde o rumo, fica meio perdida, leva um susto e chora demais. Mas, é necessário respirar bem fundo, manter a calma, ter sabedoria, tranquilidade e perseverança para vivenciar cada momento que é preciso e necessário.

Fiz minha entrega a Deus, coloquei minha fé acima e a frente de tudo. As orações diárias foram meu sustento, me tornaram forte e confiante.

Procurei não focar na gravidade da doença e sim na oportunidade que estava tendo para me curar. Minha cirurgia foi em dezembro, tive uma boa recuperação e em janeiro deste ano iniciei o tratamento de quimioterapia.

Foram vários dias, meses de muita dor, mal estar, fraqueza, cansaço, queda dos cabelos, mas nunca dei espaço para o desânimo. Fui vivendo um dia de cada vez, vencendo cata etapa com muito otimismo, com pensamentos positivos e até com alegria.

A ajuda da família e dos amigos foi essencial para me manter forte e motivada para lutar pela vida e enfrentar tantos sintomas e mudanças em meu corpo e no meu organismo.

Pude contar com uma equipe médica excelente que me orientaram e cuidaram de mim com muita dedicação, competência e amor. Meu filho, com apenas seis anos, foi um anjinho da guarda, segurou em minha mão, rezou comigo, cuidou de mim e demonstrou uma maturidade muito grande diante de tudo que presenciou e isso só me fortalecia cada vez mais.

Hoje posso dizer que estou curada, serei uma paciente oncológica por uns dez anos, pois continuo em tratamento, a hormonoterapia. Posso confirmar que o câncer de mama tem cura, se for diagnosticado no início da doença.

O sentimento que me envolve hoje é a Gratidão, a Deus e a todos que me acompanharam neste ano de muita luta, mas também de vitórias!


18
Outubro
2016



OUTUBRO ROSA - PARTE I

Faça do Amor Próprio um gesto de Prevenção!

Por: Angelina Feltrin

Acordar e ficar um tempinho a mais na cama, curtindo aquela preguiça, tentando entrar em sintonia com a realidade. Aquele era mais um dia assim. Como em várias outras oportunidades, um momento para o exame das mamas. Mas, diferente das outras vezes, naquele dia em 2002, encontrei um nódulo que não existia antes. Absurdamente claro. E naquele mesmo instante, depois de “gelar” mortalmente, sabia que estava com câncer.

A sequência disso, todos sabem: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, medicamentos. Passar mal, passar muito mal, continuar a passar mal. Hospital, exames, imunidade baixa, doenças oportunas. Queda de cabelo, raspar a cabeça...  É um tremendo choque descobrir que você está com câncer. A palavra assusta, inevitavelmente pensamos na morte.

Descobri o nódulo bem cedo e minha perspectiva de vida era de 90%. Não abandonei minha rotina, continuei a trabalhar, recebi muito apoio de minha família, de meus amigos, das empresas que trabalhava. E com o decorrer do tratamento, a certeza de que estaria superando tudo aquilo, mesmo que temporariamente fragilizada.

 E assim aconteceu.  Porém,  após  5 anos, ao realizar novos exames para acompanhamento, a descoberta de outro nódulo, na outra mama, muito pequeno. Mas estava lá.   Minha opção foi a mastectomia bilateral; não queria correr riscos. Acho que tomei a decisão certa. Afinal, estou aqui contando minha história. O que não significa que tenha sido fácil!

Esta é apenas a minha história. Há muitas outras para contar. Com a mesma intensidade de dor, medo, sofrimento, tratamento e superação. Milhares de outras mulheres, em todo mundo e com diferentes canais de comunicação, dão seu depoimento de superação ou de luta. Escancaram o peito para mostrar que apesar das cicatrizes, é possível curar-se. Algumas transformam suas cicatrizes em obras de arte, com tatuagens maravilhosas. Um tributo à vida!  Porém, nem sempre a história a ser contada é de superação e cura.

Por isso, devemos tratar este assunto com muita seriedade. A cada ano, milhares de novos casos surgem. É preciso consciência e coragem para enfrentar as doenças. Todas elas.  Por isso para mim é tão importante o OUTUBRO ROSA. Um mês para lembrar a todas as mulheres que vale a pena a prevenção. Que está é a grande chance de cura!

É essencial que a mulher se conheça, conheça seu corpo, esteja atenta a qualquer alteração que ocorrer e principalmente, que faça exames preventivos anualmente ou sempre que necessário. O diagnóstico precoce ainda é a melhor arma para a cura.

04
Outubro
2016



Gestão de RH em Pequenas Empresas

PorAngela M. Graciano Bellatti

A maioria das empresas de pequeno porte não possui um departamento de recursos humanos estruturado. Geralmente encontramos nessas empresas apenas o Departamento Pessoal, que possui seu foco em questões burocráticas como: admissão e demissão de colaboradores, controle de horas, folha de pagamento e controle de benefícios.

Porém, sabemos que a Gestão de Pessoas é muito mais que isso. Mesmo as pequenas empresas são compostas de pessoas que possuem necessidades, anseios e expectativas de crescimento e desenvolvimento profissional. Daí surge a necessidade de contar com o apoio de um Departamento de RH competente que perceba as necessidades da empresa e de seus colaboradores e que seja capaz de encontrar soluções e alternativas, de forma que o capital humano seja devidamente aproveitado, desenvolvido e valorizado, trazendo harmonia e produtividade à organização.

Estando os responsáveis pela empresa conscientes e confiantes que isso será um importante passo para o sucesso da organização, podem optar pela contratação de um profissional efetivo ou profissionais autônomos que prestem serviços na área de gestão de pessoas. Esses profissionais ajudarão e identificar as necessidades e a implantar processos que permitam a busca pela excelência da corporação como um todo.

Podemos listar alguns processos que ajudarão na gestão do capital humano, na retenção de talentos e na profissionalização da empresa:

·         Pesquisa e diagnóstico de Clima organizacional e relações interpessoais.

·         Melhora da comunicação interna.

·         Resolução de conflitos.

·         Avaliação de competências.

·         Treinamento e desenvolvimento dos colaboradores e/ou lideranças.

·         Recrutamento e seleção: contratação com foco em competências.

·         Descrição de cargos e matriz de função.

·         Adequação de organograma.

·         Implantação e acompanhamento de programa de qualidade (Ex. 5S)

·         Implantação de cargos e salários.

·         Avaliação de desempenho, entre outros.

Pequenas ações podem trazer mudanças significativas para melhorar a gestão, transformar o clima e a cultura organizacional. Não pense que sua empresa é pequena demais. Pense que seus colaboradores são valiosos e que devem ser tratados com respeito e consideração, pois são eles que ajudarão sua empresa a crescer e prosperar.


Conte com a PERSORE para ajudá-lo na adequação, desenvolvimento e capacitação do capital humano de sua empresa!!!


Se a empresa prospera, todos ganham...se todos ganham, a empresa prospera.

20
Setembro
2016



NR 33 – Importância da Avaliação Psicossocial

Por: Angelina Feltrin

Através da NR – 33, o Ministério do Trabalho e Emprego regulamentou normas para a segurança e saúde dos trabalhadores na realização de suas atividades em “espaços confinados”. Trata-se de toda atividade laboral executada em espaços não destinados à ocupação humana contínua, tais como entradas e saídas restritas; dificuldades de movimentação no seu interior, ventilação natural insuficiente, componentes tóxicos, inflamáveis e/ou explosivos em seu interior, enfim, onde o risco de ocorrência de acidentes e de intoxicação é elevado.

Determina ainda, considerando a complexidade destas atividades, que todo trabalhador deve ser submetido a exames médicos específicos para a função que irá desempenhar, incluindo os fatores psicossociais. É necessário atenção especial ao estado psicológico do trabalhador que irá realizar a atividade neste local, buscando identificar características comportamentais e sinais de patologias mentais capazes de colocar em risco sua própria integridade física e/ou de colegas.

A avaliação psicossocial é uma avaliação psicológica, função privativa do psicólogo e refere-se à coleta e interpretação de informações psicológicas resultantes de um conjunto de procedimentos confiáveis que permitam ao psicólogo julgar um comportamento.

É necessário uma abordagem cuidadosa de situações pessoais e familiares de impacto, como o termino de relacionamentos, morte de parentes próximos e situações de endividamento; também a avaliação da personalidade e testes psicológicos, que possam mapear o perfil psicológico do individuo para a execução da atividade em questão, que gere um parecer que servirá de auxilio ao médico do trabalho no julgamento de sua aptidão para a função.

A avaliação psicossocial é de extrema importância, pois possibilita às empresas adotarem medidas preventivas em relação à saúde mental dos trabalhadores, auxiliando na diminuição dos riscos de acidentes de trabalho, redução do absenteísmo e afastamentos do trabalho.

O psicólogo que realiza estas avaliações deve ser devidamente habilitado para a função, com registro no Conselho Regional de Psicologia (CRP). Deve conhecer profundamente as questões psicológicas ligadas à atividade a ser executada; assim como critérios e instrumentos para a avaliação de transtornos mentais e avaliação psicológica. Deve compreender o ser humano em sua complexidade e sua interface com a tarefa a ser executada. Também, para que haja êxito nesta demanda, há que se considerar a relação interdisciplinar entre o médico do trabalho, o psicólogo e o RH da empresa.

Os profissionais na PERSORE estão devidamente habilitados e preparados para a execução da Avaliação Psicossocial. Fale com a gente!


 

 

 

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Normas regulamentadoras de segurança e saúde do trabalho. NR-33  - Segurança e saúde nos trabalhos em espaços confinados. Brasília, DF: MTE, http://portal.mte.gov.br/

 

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Guia Técnico da NR-33. Brasília, DF: MTE, 2013. http://portal.mte.gov.br/

13
Setembro
2016



Mudanças

“As empresas que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes e sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças. ” 

(Adaptação da frase original de Charles Darwin: As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes, e sim aquelas que se adaptam melhor as mudanças)


por: Fernando Nardo

Em inúmeros eventos presenciais sobre “Gestão de Mudanças” que tenho conduzido, solicito aos presentes que, baseado em sua experiência e conhecimento, avaliem a adequação da frase adaptada no início desse  texto em relação à realidade empresarial. A maioria quase absoluta dos participantes entende como muito adequadas às organizações. 

A capacidade de adaptação das empresas está associada a sua habilidade em promover efetivamente as mudanças necessárias, sejam elas em relação à estratégia, objetivos, processos, comportamentos, entre outras dimensões. Ressaltamos que, seja qual for a mudança, esta será executada e vivenciada por pessoas. Pessoas com suas histórias de vida, experiência profissional, formação, sentimentos e expectativas.

Mudança nas organizações transcendem disciplinas específicas como gestão de projetos, processos, gestão de pessoas. Fazer gestão de mudanças demanda capacidade de integrar inúmeras disciplinas e conhecimentos, além dos citados.

Um exemplo que contribui para ilustrar o assunto em questão é o filme “Moneyball – O homem que mudou o jogo” (Sonny Pictures). Pressão por resultados, orçamento restrito, paradigmas, são enfrentados por Billy Beane (Brad Pitt), gerente geral do time Oakland A's e o responsável pela montagem da equipe.

Gostou? Tem interesse sobre Gestão de Mudanças? Venha conhecer a área de Gestão da Persore

30
Agosto
2016



CHEFE OU LÍDER?

PorAngela M. Graciano Bellatti

Existem diversas formas de nomear quem comanda dentro de uma empresa. Chefe, líder, supervisor, encarregado, entre outros.

Por muito tempo o conceito de liderança baseou-se na idéia de que o líder era alguém possuidor de certas características inatas que o tornavam mais apto a conduzir os demais na execução das tarefas e aos demais cabia o papel de seguidores. O chefe, por sua vez, além do conhecimento técnico diferenciado, tinha responsabilidade de ditar as regras e de controlar.

Hoje, a liderança está ligada à pessoa que consegue delegar tarefas, estimular pessoas e motivar a equipe, fazendo com que a mesma alcance os objetivos em prol da organização, o que vai gerar consequentemente, um bom clima no ambiente corporativo. O líder delega autoridade sem abrir mão da responsabilidade; sabe ouvir, reconhece os seus erros; inova, motiva e aconselha. Toma decisões rápidas quando necessário, cobra resultados com base em critérios pré-determinados. Jamais “rouba” as idéias do colaborador, mas as apresenta como obra de seu departamento, dando crédito a quem é de direito.

O líder contrata e promove profissionais que sabem mais do que ele e está sempre disposto a aprender. Estimula o trabalho em equipe. Mas acima de tudo, o líder gera respeito e resultados.

Cada dia mais se espera que as pessoas que estão à frente no ambiente corporativo sejam líderes. E para liderar, é necessário acima de tudo, conhecer a si mesmo. Conhecer as qualidades, habilidades e as deficiências e fraquezas.

É possível buscar qualificação para a liderança? Com toda certeza! Como? Buscando conhecimentos, participando de treinamentos, submetendo-se ao processo de coaching, buscando competências comportamentais fundamentais para a liderança.

A PERSORE pode ajudar sua empresa a descobrir e desenvolver as lideranças existentes seja através de treinamentos ou do processo de coaching. Conte a gente!

23
Agosto
2016



Reflexões sobre o envelhecimento

Por: Angelina Feltrin

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o número de pessoas com mais de 60 anos no Brasil deverá crescer mais rápido do que a média internacional. A porcentagem atual de 12,5% de idosos deve alcançar os 30% até a metade do século. A população brasileira está envelhecendo, trazendo consigo importantes transformações na sociedade. Consideremos por exemplo, a necessidade da reformulação da Previdência Social, tão divulgada pela mídia recente.

Em diversos campos profissionais este é um tema em discussão, entre eles, o da psicologia. Embora o envelhecimento seja um processo inexorável e irreversível, nem sempre estamos preparados para enfrentar as mudanças que nos acarreta.Além das questões físicas e emocionais do individuo, encontra-se inserido em uma sociedade capitalista, que pouco valoriza o conhecimento e experiência adquiridos ao longo da vida. É o velho, não o sábio! A velocidade das mudanças, o volume de informações disponíveis e todo aparato tecnológico podem dificultar ainda mais estas transformações.

Judith Viorst em seu livro “Perdas Necessárias” destaca que“o trabalho é o esteio de nossa identidade, a âncora do eu social e privado, define esse eu para si mesmo e para o mundo. Se não tivermos um local de trabalho, um círculo de colegas para manter contato, uma tarefa para confirmar nossa competência, um salário que determine o valor dessa competência, uma descrição profissional que é como uma mensagem taquigráfica que informa aos estranhos quem somos, pode acontecer de passarmos a perguntar, no momento de nos aposentarmos: “Quem sou eu?”.

“Privado de sua definição profissional e da justificativa social, o aposentado geralmente perde status e auto estima. O fim do trabalho é um exilio, se não houver nada para absorver os interesses e as energias da pessoa. E os velhos vivem em uma sociedade onde geralmente não existe nada disso”.

Nessa linha de pensamento, a aposentadoria não é observada como direito conquistado e sim como o momento da mudança de papel social – quase sempre estigmatizado. Os idosos, no Brasil, vivem com frequência angustiados com a desvalorização das aposentadorias e pensões – pela questão econômica em si, mas sobretudo em decorrência da perda de valor social.

Assim, nas organizações, abre-se um novo espaço de atuação para os profissionais de Recursos Humanos, com trabalhos voltados à preparação para a aposentadoria, para aqueles colaboradores em idade de aposentar-se. Um dos exemplos é o“Aposenta – Ação: Programa de preparação para a Aposentadoria” (Dulce Helena Penna Soares, Aline Bogoni Costa, Alexandre Matos Rosa, Maria Lúcia S. de Oliveira).

Penso que projetoscom o objetivo de apoiar aqueles que brevemente deixarão o mercado de trabalho serão essenciais, considerando o envelhecimento dos colaboradores e humanizando as relações pessoais e profissionais.

É importante estar preparado para isso. A Persore, com sua equipe de profissionais, poderá apoiá-lo no desenvolvimento e realização deste projeto. Fale com a gente!

09
Agosto
2016



Resiliência

por: Ana Beatriz Casteleti Santos Custódio

A palavra Resiliência em sua essência vem do Latim “Resiliens”, que significa voltar atrás, voltar ao estado normal.

Em física, simplificadamente, resiliência se refere à capacidade que um material tem de suportar grandes impactos de temperatura, pressão, etc, se deformar ao extremo, mas pouco a pouco se recuperar e voltar à sua forma anterior.

Na psicologia, resiliência é um conceito emprestado da física, definido como a capacidade de um individuo de lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressões de situações diversas, sem entrar em surto psicológico.

É a capacidade de “deformar-se” e voltar a ser o que era anteriormente ou modificar-se e continuar reconstruindo-se e refazendo-se; sobrevivendo aos traumas da “deformação”, superando tanto fisicamente como emocionalmente. Isso é possível quando a pessoa tem um “olhar positivo” diante da situação – problema; tem recurso e capacidade para “olhar o lado bom da situação” e tentar aprender e crescer através dela, sem danos psicológicos significativos ou permanentes. É ir além... é usar esse “lado bom” para mudar, reinventar e ser ainda melhor!

A resiliência pode ou não ocorrer em diferentes âmbitos e momentos da vida do ser humano. Por exemplo, o indivíduo pode lidar perfeitamente com uma situação amorosa adversa e não conseguir o mesmo desempenho quando se trata de uma dificuldade profissional. Pode também, em outro momento da vida, lidar diferentemente com as duas situações.

No que se refere a vida profissional, a resiliência se mostra quando, mesmo diante da pressão, tensão, desafios, mercado competitivo, dentre outras adversidades, o indivíduo se impulsiona e usa as dificuldades como alavanca para a motivação e crescimento, vencendo e superando os desafios, ao invés de se tornarem obstáculos a ele. Enfim, a resiliência demonstra se o indivíduo sabe ou não “funcionar” bem sob pressão.

02
Agosto
2016



OBJETIVOS

por: Fernando Nardo

“Não existe nada melhor do que administrar por objetivos desde que se saiba quais são os objetivos; 90% das empresas não sabem”. (P. Drucker)

Surpreso com a frase acima? Alguns profissionais ficam chocados, especialmente diante do percentual das empresas que não sabem seus objetivos. Considerando que as organizações são formadas por pessoas, se os profissionais que nela trabalham não conhecem os objetivos organizacionais, a informação de Peter Drucker é reforçada.

Em geral, o faturamento previsto é considerado o objetivo central da empresa, a partir do qual, outros podem surgir. É um objetivo específico e com prazo definido para acontecer. Mesmo assim, durante a realização de diagnósticos, é importante fazer algumas perguntas como: Todos os vendedores sabem exatamente quanto a empresa deverá vender? Quais os produtos deverão ser prioriorizados? Para quais clientes? E os demais profissionais, sabem estas respostas? Como a área de entregas sabe quais clientes devem ser priorizados? ...

Até agora, tratamos do volume de vendas (faturamento), um objetivo tangível, que não apresenta maiores dificuldades para ser mensurado. Imagine agora, um objetivo não tangível (note: não tangível não quer dizer que não possa ser mensurado, medido). Considerando o mercado atual, com suas dúvidas e incertezas, outros objetivos tendem a ganhar relevância. Dentre eles, a sustentabilidade e sobrevivência das empresas se destacam e podem provocam impactos significativos, por exemplo, na estratégia, no posicionamento, nas competências, ...

Existem ferramentas essenciais na gestão de processos, na definição e desdobramento dos objetivos e indicadores que auxiliam empresas nestes momentos de turbulência. Para conhecer estas e outras ferramentas, entre em contado com a Persore e agende uma visita.

19
Julho
2016



POSTURAS INADEQUADAS PODEM AFETAR SUA CONTRATAÇÃO (PARTE 2)

PorAngela M. Graciano Bellatti

Continuando a análise de posturas inadequadas durante o processo seletivo, ter um bom currículo, que esteja alinhado com a vaga oferecida não é suficiente. Os selecionadores levam em conta tanto o perfil profissional como o perfil pessoal do candidato, pois ambos são importantes na composição de um cargo. Não é raro um empregador optar por um candidato com menor qualificação técnica, mas que possua um perfil com características pessoais mais adequadas ao dia a dia do ambiente corporativo. É mais fácil ensinar o trabalho do que treinar competências pessoais, tais como: comprometimento, trabalho em equipe, tolerância à frustração, inteligência emocional, paciência, etc.

Assim, considerando a importância das competências pessoais para a adaptação do candidato e a sua eficácia nas atividades que irá executar, a análise de sua postura durante a seleção pode ser determinante parao sucesso da contratação do mesmo.

Algumas dicas para ser bem sucedido na entrevista:


·         Respeite os horários marcados. Não se atrase logo no primeiro contato com a empresa.


·         Opte por um visual clássico, sem exageros. Cuidados com cores fortes demais, roupas sujas, amassadas. Roupas sensuais podem chamar mais a atenção que sua experiência.


·         Erros de linguagem podem ser determinantes na seleção de candidatos. Atenção à concordância dos verbos e ao plural das palavras.


·         Evite intimidades com o entrevistador e/ou contratante e até mesmo com os demais candidatos. Ser atencioso é diferente de ser íntimo.


·         Se estiver desempregado, não se mostre fragilizado por esta situação, nem a enfatize. Apresente-se com a postura de quem tem muita vontade de aprender e expectativa de concretizar projetos e atingir objetivos.


·         Explique por que razão acha que está capacitado para a função que se candidatou e mostre-se disponível para melhorar sempre. Faça sua exposição de forma afirmativa e confiante, mas não exagere para não transmitir superioridade ou arrogância.


·         Nunca responda a uma pergunta com outra pergunta. Se tiver dúvidas, exponha-as apenas depois de responder ao que lhe foi solicitado.


·         Espontaneidade. Essa é a palavra chave. Não tente ser o que não é. O entrevistador está preparado para reconhecer se você está tentando forçar alguma situação.


PERSORE possui profissionais qualificados para ajudá-lo na contratação do profissional com o perfil adequado à vaga e à empresa. Faça-nos uma visita!

12
Julho
2016



Trabalho em Equipe: Cooperação

Por: Regina Célia de Araujo Garcia

Pensar em si mesmo, defender suas ideias e ideais, em qualquer relacionamento interpessoal, inclusive os mantidos no trabalho, é vital para um ambiente saudável. Porém, quando nos  colocamos sempre acima das outras pessoas e acreditamos que apenas nossas ideias  importam, nos tornamos egocêntricos e falhamos ao não enxergar o coletivo. Resulta em relações nocivas e competitivas, que prejudicam tanto a pessoa quanto aquelas que vivem a seu redor.

No trabalho, por exemplo, a interdependência entre as pessoas é essencial para a realização das atividades com qualidade. É necessário colocar o coletivo acima de exigências e desejos pessoais. É preciso maturidade emocional para saber lidar com as pessoas e  cooperar para que um objetivo em comum seja atingido. Repare que, aqui, a palavra-chave é cooperação.

E, tão importante quanto isso, é conhecer e abarcar tanto suas falhas e erros quanto seus acertos e pontos positivos. Porque é assim que podemos crescer e melhorar, não apenas no trabalho, mas também como pessoa. Saber ver os dois lados de si mesmo e dos outros permite uma visão ampla, de forma a aproveitar o melhor de cada um.

Saber cooperar é aceitar que não sabemos tudo e que não devemos fazer tudo sozinhos. É entender que cada pessoa é boa em uma coisa que talvez a outra não seja. É aceitar as falhas e pontos fortes de cada um. Assim, cada um contribui ao colocar um pedaço do quebra-cabeça, para que, no final, possa-se enxergar o quadro completo.

Micheletti, Camila. Trabalho em equipe: essencial para todas as empresas. Disponível em: http://carreiras.empregos.com.br/seu-emprego/trabalho-em-equipe-essencial-para-todas-as-empresas/. (Acesso em 26 de junho 2016);

BLOCH, Vicky. Aceite seus próprios erros. Disponível em: http://vocerh.uol.com,br/noticias/acervo/aceite-seus-proprios-erros.phtml. (Acesso em 25 de junho de 2016).

KAMIA, Meiry. Trabalhar em equipe requer maturidade. Disponível em: http://meirykamia.com/blog/(Acesso em 25 de junho de 2016).

05
Julho
2016



Importância da avaliação psicológica na seleção de pessoal

Por: Angelina Feltrin

Refletindo sobre as contratações de colaboradores nas empresas, lembrei-me de um velho e conhecido ditado: “encontrar o homem certo para o lugar certo”. E isso faz todo sentido.

Para a empresa, quanto mais adequado o perfil do candidato às exigências do cargo, mais fácil será sua adaptação, melhor será seu desempenho e o andamento dos trabalhos seguirá com rapidez e qualidade, reduzindo custos de retrabalho e desperdício. Para o colaborador, representa satisfação no trabalho, realização pessoal e consequentemente, melhor qualidade de vida. Empresa e colaborador saem ganhando.

Para que isso se torne realidade, é muito importante que o selecionador conheça muito bem os processos e sistemas da empresa, a descrição do cargo específico, as competências necessárias para a execução das atividades e também as atividades que os demais colaboradores executam e as relações que se estabelecem entre os cargos (Lunardelli & Parpinelli, 2006).

A avaliação psicológica é considerada uma das principais ferramentas do processo de seleção. Segundo o Conselho de Psicologia, a avaliação psicológica “consiste de um processo técnico e científico, que envolve a produção, a integração de informações provenientes de diversas fontes (entrevistas, observações, testes, analise de documentos, dinâmicas, entre outros), a interpretação de dados, o levantamento de hipóteses relevantes e a comunicação de resultados”. Ainda, não pode ser confundida com uma simples “testagem”, devendo ser compreendida em toda a sua complexidade.

Requer planejamento prévio e cuidadoso, para que os métodos, técnicas e instrumentos escolhidos sejam adequados ao contexto ao qual se insere. Portanto não é apenas utilizada no processo de seleção, mas em outras situações, tais como na adequação de times de trabalho e promoções. E também importante ferramenta, além do contexto organizacional, por exemplo, para obtenção da CNH, porte de arma, entre outras.

O uso de testes psicológicos é de uso exclusivo dos psicólogos e se utilizados adequadamente, podem oferecer informações importantes sobre o candidato (Godoy e Noronha, 2005). Fornecem uma medida objetiva e padronizada do comportamento, isto é, possibilitam o entendimento sistematizado e prático das características psicológicas do candidato à vaga (Anastasi e Urbina, 2000).

Por fim, a comunicação dos resultados ou devolutiva (verbal ou por escrito), independentemente do resultado da avaliação, é dever do profissional e direito do avaliado, conforme descrito no código de ética dos psicólogos, no seu artigo 1, alíneas f, g e h.

A Persore, nos serviços de consultoria em Recursos Humanos, possui profissionais qualificados e habilitados para atender sua necessidade na avaliação psicológica de candidatos ou colaboradores. Fale com a gente!

28
Junho
2016



Competência

por: Ana Beatriz Casteleti Santos Custódio

Competência (segundo Rabaglio (2001) é definida como um conjunto de conhecimentos, habilidades, atitudes e comportamentos que permitem ao indivíduo desempenhar com eficácia determinadas tarefas, em qualquer situação. O perfil de competências de uma pessoa é o seu diferencial competitivo, tanto profissionalmente quanto na área pessoal.

Podemos então separar competências em: Competências Técnicas e Competências Pessoais.

Competências técnicas são: conhecimento e habilidade em técnicas ou funções específicas. Por exemplo, administrador, engenheiro mecânico, professor, dentre outros. E competências comportamentais e /ou Pessoais: atitudes e comportamentos compatíveis com as atribuições a serem desempenhadas. Por exemplo, iniciativa, criatividade, habilidade de relacionamento interpessoal, comunicação verbal, liderança, negociação, empreendedorismo, espírito de equipe, bom humor, entusiasmo, espírito de servir, humildade, extroversão, persuasão, atenção a detalhes, participação, cooperação, facilidade para trabalhar com metas, foco em resultados, flexibilidade, empatia, agilidade, etc.

Portanto, competências pessoais estão relacionadas com características natas e / ou as quais o indivíduo desenvolveu com suas vivências, experiências e a forma como lidou com elas durante a sua trajetória de vida. Já as competências tecnicas estão ligadas a estudo, a aprimoramento intelectual e escolhas.

21
Junho
2016



QUAL É O SEU TIPO? - ENEAGRAMA

Por: Joely Helena Roscito Bento

Saiba que o seu "tipo" revela o seu jeito de atuar no trabalho, de liderar, de tomar decisões, de nutrir suas relações e até mesmo sua maneira de ser e estar no mundo. 

Estamos falando de Eneagrama: um símbolo milenar que representa os nove tipos essenciais de personalidade presentes na natureza humana, um estudo detalhado das diferentes formas de comportar-se diante da vida.

Desde a antiguidade o homem busca atribuir significados para suas inquietações, percebendo-se com dificuldades que se repetem ao longo de sua história. Dessa forma, busca respostas que possam acalmar suas angústias frente ao desconhecido. O Eneagrama surge como um método eficaz de autoconhecimento, que aponta caminhos para o desenvolvimento pessoal; é luz na descoberta da verdadeira vocação. 

No mundo empresarial, o Eneagrama conquista espaços cada vez mais importantes como ferramenta no desenvolvimento de equipes, subsídio para o processo de mudanças , contribuindo para a autorrealização no trabalho.

O resgate da essência, da legítima identidade pessoal e profissional que traz felicidade é possivel com o Eneagrama. Um profissional especializado pode ajudá-lo a encontrar seu tipo. 

Descubra-se!

14
Junho
2016



POSTURAS INADEQUADAS PODEM AFETAR SUA CONTRATAÇÃO (PARTE 1)

PorAngela M. Graciano Bellatti

É comum as pessoas pensarem que em um processo seletivo basta ter competências técnicas para conseguir uma colocação no mercado de trabalho. Ser um bom profissional, possuir as competências técnicas, saber trabalhar em equipe, ter excelente relacionamento interpessoal, ter habilidades para resolução de problemas, ser ético, são algumas das habilidades e competências valorizadas pelas empresas e pelos gestores.

Porém, a avaliação do candidato começa muito antes da investigação e avaliação dessas competências. Começa com a apresentação do currículo, com a postura do candidato desde os primeiros contatos feitos pelo contratante, com a apresentação e postura durante todo o processo seletivo: contatos telefônicos, dinâmicas, entrevistas, testes, etc.

Algumas posturas que podem contribuir positivamente na avaliação do candidato:

- Mantenha seu currículo atualizado, principalmente seus contatos. Você poderá perder ótimas oportunidades caso o contratante não consiga te encontrar porque seu telefone mudou.

- Retorne as ligações, não fique mandando mensagens do tipo “Quem é? O que quer?”

- Ouça a proposta da empresa. Não se antecipe perguntando sobre o salário.

- Depois de ouvir, tire suas dúvidas.

- Seja sincero e honesto. As mentiras sempre são descobertas.

- Agradeça o contato e se houver interesse na vaga, se coloque à disposição.

- Caso não conheça a empresa, pesquise sobre a mesma (site, atuação no mercado, etc).

- Na entrevista, use roupas discretas (nada de decotes ou exageros de qualquer espécie).

- Cuide da higiene pessoal.

- Procure manter-se calmo.

- Cuidado para não falar demais e se perder nas respostas.

- Atenção às gírias e aos vícios de linguagem (né? Tá? Entende?).

- Não force intimidades com o entrevistador.

- Lembre-se que o corpo fala, por isso, preste atenção à sua postura corporal.

Seja em época de escassez ou de fartura de mão de obra, é sempre um desafio contratar o profissional que mais se ajuste à vaga e ao perfil da empresa. A PERSORE possui profissionais qualificados que podem auxiliar nessa contratação, seja qual for o tamanho de sua empresa.

07
Junho
2016



Como ter sucesso na sua carreira

Por: Regina Célia de Araujo Garcia

O mercado de trabalho está a procura de pessoas preparadas. Destacar-se dos demais é hoje o diferencial. Tanto no profissional como no pessoal, seu sucesso depende do tempo que você investe na sua carreira.

Superar e crescer em vários aspectos da vida nos permite alcançar os objetivos e a buscar o sucesso.

Todo mundo fala em qualificação profissional, para colocação e recolocação profissional. O que isso significa? Muitos terminam uma faculdade e, ao irem para o mercado de trabalho escutam que não estão prontos!

Há vagas no mercado de trabalho. Mesmo com tantas demissões, até parece contraditório. Porém existe dificuldade para encontrar profissionais preparados. Existem muitas pessoas procurando recolocação no mercado de trabalho, mas o mercado se mostra cada vez mais competitivo, e as qualificações necessárias na hora de preencher os requisitos de uma vaga em uma empresa estão cada vez mais exigentes.  Este momento das organizações, em todas as dimensões, é de contenção. A empresa busca profissionais preparados e qualificados para reduzirem o tempo de treinamento, e consequentemente obter o retorno mais rápido de produção. Portanto, o profissional que chegar o mais bem preparado possível, ficará mais perto de conquistar a vaga. Se preparar, não é somente ter a graduação necessária a vaga. Requer outras formas que o diferenciarão no processo.

Os novos profissionais que estão entrando no mercado de trabalho buscam uma colocação acima de suas experiências, e muitas vezes querem entrar na empresa e conquistar cargos sem capacitação, sem nenhum preparo.  A experiência é um fator crucial, além dos cursos de qualificação. Uma das dificuldades que apresentam é a da ansiedade, querendo tudo muito rápido, parecendo mágico.

Na busca de profissionais preparados outros fatores são determinantes:  aqueles com o comportamento e o emocional adequados. Muitas vezes, esses fatores acabam sendo de grande influencia na finalização de um processo de seleção.

Invista em você, se prepare, desenvolva-se profissionalmente e pessoalmente, para que alcance o seu sucesso. Conte com a PERSORE para o seu desenvolvimento.

Confiança, foco, objetivo definido e se preparar são fatores que definem sucesso ou fracasso.

Alinhar a maneira de como encaramos a vida e a busca de nossos objetivos, de forma consciente, nos prepara para encarar os desafios, as nossas escolhas, e a satisfação pessoal e profissional.

A PERSORE pode ajudar você!

01
Junho
2016



Lições sobre Liderança

Por: Angelina Feltrin

Devo confessar que sou uma apaixonada por filmes, de diversos gêneros;  para mim sempre uma viagem maravilhosa a outros universos e pensamentos. Recentemente revi o filme “O Lobo de Wall Street”, longa dirigido por Martin Scorcese, lançado no Brasil em Janeiro de 2014, com atuação excepcional de Leonardo DiCaprio e várias indicações para o Oscar.

Pude então relembrar os ensinamentos sobre liderança que o filme nos traz, embora praticada para fins escusos e totalmente antiéticos. O filme é inclusive citado no livro “Os filmes que todo gerente deve ver”, de Pedro Grawunder e Marco A. Oliveira (Saraiva), destacando o tema da liderança. Recordei o quão determinante para o sucesso da equipe e da empresa é a liderança adequada! Vejamos algumas das competências do protagonista:

1 –  Oratória: a fluência verbal, o discurso vencedor e inspirador  impulsionava a equipe  para as vendas;

2 – Confiança: demonstrava confiança em seu produto e transmitia esta confiança ao cliente;

3 – Paixão: apaixonado pelo que fazia, conseguia persuadir e transmitir sua técnica à equipe. Usava sua habilidade para ensinar e treinar os funcionários a venderem;

4 – Foco: sabia muito bem onde queria chegar; tinha determinação e foco nos resultados a serem alcançados;

5 – Motivação da equipe:  inspirava a equipe a buscar sempre mais. Incitava o funcionário a acreditar que era capaz, elevava a auto estima (exaltava a ideia de transformar perdedores em profissionais de sucesso!), vendia que o sucesso da empresa era o sucesso de cada um.

6 – Equipe de trabalho: contratava pessoas por seu potencial, não por sua experiência. Formou uma equipe coesa, que acreditava e seguia os valores da empresa (embora antiéticos).

7 – Fidelidade e lealdade: fortes laços de camaradagem e parceria entre os membros da equipe;

8 – Recompensa e reconhecimento: as recompensas pelas vitórias eram constantes e significativas. Premiava para ganhar a lealdade dos colaboradores.


Trazendo  para a nossa realidade cotidiana, estas competências são fundamentais  para os resultados dos líderes, em qualquer empresa. E você?  Como está a vivência destas competências em sua atuação profissional? Quais as que são facilmente utilizadas?  Quais você deveria investir no desenvolvimento e aprimoramento? Você é realmente “apaixonado” pelo que faz?  As respostas a estas questões podem ser o “pontapé” inicial em busca de novas oportunidades em sua carreira!

E fica a sugestão de utilizar o filme como uma ferramenta para o treinamento da equipe na empresa, gerando importantes debates não apenas sobre a questão da liderança, mas também de ética e princípios, tema tão importante em nossos tempos, em nosso país!

17
Maio
2016



Expectativas

Por: Regina Célia de Araujo Garcia

Falar sobre expectativas é muito amplo. Está entrelaçada á vários aspectos, como autoimagem, valores, crenças, cultura, etc.  A expectativa é uma força que nos move em vários aspectos de nossa vida, portanto, influencia os comportamentos e as ações na vida. A expectativa é uma condição em que o ser humano espera uma realização, uma ocorrência ou um acontecimento de alguma coisa em um momento de sua vida;  e voltará sua energia para alcançar tal proposito. Inversamente, o individuo que não apresenta expectativa alguma, apresenta um estado de desesperança, é alguém que não espera uma realização de algo, tenderá a ficar sem energia, sem força permanecendo alheio aos acontecimentos.

Em geral, as pessoas mantém algum nível de expectativa em sua vida. Elas podem facilitar ou prejudicar o indivíduo em sua vida pessoal, profissional, familiar, e outros.

A premissa de que algo acontecerá, no geral, provoca na pessoa uma ansiedade, e tal acontecimento vai tomando conta do pensamento e de como deverá ser a forma esperada.   É interessante notar que as pessoas têm expectativas preocupantes sobre o que os outros vão pensar ou falar a respeito dela. A preocupação em manter sua AUTOIMAGEM desencadeia um esforço para esconder seus medos, suas fraquezas, inadequações. Neste esforço desesperado de manter a AUTOIMAGEM há o bloqueio de sua espontaneidade e congelamento de grande parte de sua potencialidade.

Na verdade, as pessoas se relacionam com as expectativas um dos outros, gerando grandes desencontros. O gerente frustra-se porque se relaciona com o funcionário baseado na expectativa que acredita que ele deva apresentar.  Grande parte das expectativas baseia-se em ilusões. Sim, ilusões, não percepção da realidade, que podem dificultar a abertura para outras possibilidades.

Raramente, as pessoas verificam se suas expectativas são reais. As pessoas tomam como verdades para si aquilo que acreditam.

Referências:

Em 06/05/2016:

http://www.dicio.com.br/expectativa/.

http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=expectativa.

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_Expectativa

10
Maio
2016



Estresse no Trabalho

PorAngela M. Graciano Bellatti

A palavra estresse está cada dia mais presente no vocabulário atual.

O estresse geralmente é confundido com cansaço ou com aborrecimentos com os quais todos nós temos que lidar diariamente em nosso ambiente de trabalho.

O estresse, porém, é muito mais abrangente. Ele surge quando as pressões ultrapassam o limite que a pessoa é capaz de suportar. Ele pode evoluir para quadros de ansiedade, síndrome do pânico, depressão, transtorno obsessivo compulsivo, pressão alta, enxaqueca, entre outros.

No ambiente organizacional podemos citar alguns acontecimentos que podem levar ao estresse: excesso de trabalho, pressões (por prazos, metas, qualidade, etc), ambiente de trabalho inadequado, gestor despreparado, competitividade excessiva, falta de reconhecimento, incertezas sobre os rumos da empresa, desencontro de informações e muitos outros. O que leva ao estresse não é o acontecimento em si, mas a forma como a pessoa lida com aquele acontecimento.  O que determinao quanto uma pessoa irá se estressar é a própria fragilidade emocional de cada um associada à sua história de vida.

Sabendo que o ser humano é indivisível, não podemos deixar de levar em conta os problemas pessoais que afligem a pessoa e que se somam aos problemas encontrados no ambiente organizacional e que podem contribuir de maneira decisiva para a instalação do estresse na vida dessa pessoa.


Algumas Dicas para Driblar o Estresse

·        Goste do que faz

·        Respeite seus próprios limites

·        Aprenda a dizer não quando necessário

·        Estabeleça prioridades

·        Não tenha medo de expor suas idéias

·        Fale do que o incomoda (com respeito)

·        Cultive relacionamentos

·        Diante das situações difíceis, respire fundo

·        Exercite-se

02
Maio
2016



O que é e para que serve a Empatia?

PorAngela M. Graciano Bellatti


A empatia é a capacidade de conseguir colocar-se no lugar do outro, de compreender emocionalmente a outra pessoa, de sentir e compartilhar a emoção que o outro sente.

Todos nós sentimos naturalmente empatia? Nem sempre. Porém, por ser uma qualidade do ser humano ligada à inteligência emocional, ela pode ser desenvolvida.

E como desenvolver a empatia?

Para desenvolver a empatia você precisa fazer uma viagem para fora de si mesmo, precisa procurar enxergar as situações de vida da outra pessoa, sob o ponto de vista dela própria, procurando ao mesmo tempo manter-se isento de seus pontos de vista individuais sem fazer uso de julgamentos. Apenas compartilhar da dor ou da alegria que o outro sente.

Sentir empatia não é ouvir sobre uma dificuldade do outro e tentar mostrar o lado bom daquilo. Raramente uma resposta (mesmo que seja positiva) fará o outro sentir-se melhor. O

que o fará sentir-se melhor, é a conexão que você estabelecerá com ele e com os seus sentimentos, sejam eles bons ou ruins.

Sentir empatia é aprender com a experiência de outras pessoas, é reconhecer que não existe apenas uma verdade, é reconhecer que existem várias respostas para a mesma pergunta. O outro pode pensar e sentir diferentemente de você e nem por isso estar errado.

A empatia é uma ferramenta valiosíssima para quem ocupa cargos de liderança. Ter um olhar empático levará o líder a fazer uma gestão de pessoas mais humanizada e a obter mais sucesso junto à sua equipe.

Procure colocar a empatia no seu dia a dia, nos seus relacionamentos familiares, nos seus relacionamentos profissionais e veja a diferença que ela pode fazer em sua vida e na vida das pessoas que estão à sua volta.

A PERSORE possui profissionais capacitados para ajudá-lo a desenvolver e treinar suas habilidades, seja através da consultoria organizacional, coaching ou atendimento individualizado.

 

 

12
Abril
2016



Ferramenta DISC

Por: Angelina Feltrin

O psicólogo William Moulton Marston postulou uma teoria que determina 4 dimensões básicas do comportamento, que foram descritas em seu livro “ As emoções das pessoas normais”, de 1928. Em 2014 o livro foi descrito pela primeira vez em português e o tema é atualíssimo.

A partir desta teoria, foram desenvolvidas ferramentas para a análise do perfil comportamental das pessoas, considerando o comportamento e emoções observáveis, não abrangendo portanto, a personalidade dos indivíduos. 

As 4 dimensões do comportamento observável das pessoas são: Dominância, Influencia, Estabilidade e Cautela  (originalmente, dominance, inducement, submission e compliance). Vejamos cada uma delas:

D – Dominância:

Indica como você lida com problemas e desafios. Os principais descritores são: competitivo, decidido, direto, orientado para resultados. Emoção: raiva.

I – Influência:

Indica como você lida com pessoas e as influencia. Os principais descritores são: confiante, inspirador, otimista, popular, sociável, confia nos outros. Emoção: Otimismo.

S – Estabilidade:

Indica como você lida com mudanças e estabelece seu ritmo. Os principais descritores são: agradável, bom ouvinte, sincero, constante, membro da equipe, estável. Emoção: não demonstrar emoções.

C – Cautela (ou conformidade):

Indica como você lida com regras e procedimentos estabelecidos por outros. Os principais descritores são: preciso, analítico, perfeccionista, cuidadoso, minucioso. Emoção: medo.

A teoria DISC é a base de algumas das mais confiáveis ferramentas de assessment disponíveis no mercado atualmente. A utilização destas ferramentas podem ter diferentes objetivos, tais como seleção de pessoal, programas de treinamento, desenvolvimento de lideres e de equipes, solução de conflitos interpessoais, coaching.

Através delas podemos aumentar nossa compreensão acerca de nosso próprio comportamento e dos demais, conhecer pontos fortes e pontos a serem desenvolvidos; tomar decisões relevantes e atingir objetivos importantes.

Na Persore você pode contar com profissionais credenciados e qualificados para a utilização desta ferramenta, formados pela Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC).  Quer conhecer mais? Entre em contato conosco, teremos prazer em lhe atender!

 

 

Fontes:

www.disc.com.br; Wikipédia

23
Março
2016



O Papel do Psicólogo nas Organizações

por: Ana Beatriz Casteleti Santos Custódio

O psicólogo nas organizações, não significa somente psicólogo na empresa, organização vai além: empresas, ONGs, instituições, governo, ou seja, onde exista um grupo de pessoas, que se unem para um objetivo comum. “Sendo a psicologia uma ciência que trata dos estados e processos mentais, comportamento humano, capacidade inata ou aprendida para lidar com outras pessoas levando em conta suas características psicológicas, dentre outros...”o papel do psicólogo nas organizações é o de um profissional que desenvolve estratégias para melhorar o ambiente de trabalho, em geral contribuindocom a estruturação e/ou reestruturação da empresa como um todo: desde o número de funcionários, seleção e desligamento, até a faixa salarial de cada um deles. Cabe ao psicólogo organizacional entender os fenômenos relacionados à vida do sujeito, seu contexto e a relação com a organização.

O desempenho do colaborador em uma organização, vai de encontro com as suas experiências cotidianas e a forma como lida com suas experiências de vida, por isso, é importante que o estado emocional do individuo esteja saudável, para que ele consiga motivar-se e desempenhar seu papel com excelência dentro da proposta pré-determinada pela organização.

Qualidade, lucratividade e produtividade vêm do capital humano da empresa, então, cuide dele!!!

16
Março
2016



O Mercado de Trabalho para Quem Passou dos Cinquenta

  

PorAngela M. Graciano Bellatti

Se a vida está difícil para quem é jovem, cheio de diplomas e com vários idiomas fluentes, imagina para quem passou dos cinquenta, não tem qualificação e mal fala o português...?

Esse é o discurso típico que mais se propaga no mercado, e não é de hoje. Certamente muitos que estão se aproximando dos cinquenta, escutam isso desde quando eram estagiários. Mas o quanto de verdade existe nessa expressão?

O problema não está na idade e sim na falta do conhecimento que se tem. Isso vale tanto para um garoto que busca seu primeiro emprego e não concluiu o ensino fundamental, quanto para uma pessoa com mais idade.  Conseguir uma recolocação sem conhecimento acadêmico é uma missão quase impossível.

Podemos representar o mercado de trabalho como um funil, quanto mais alta é a posição menor é a quantidade de vagas e conseqüentemente maior é a disputa por elas. Se o mercado de trabalho não cresce, menor fica o tamanho do funil e consequentemente menor a quantidade de oportunidades. Para piorar a situação, a quantidade de novos profissionais “despejados” todos os anos no mercado não para de crescer.

A escolha das empresas por um profissional mais jovem para as posições superiores em detrimento aos candidatos mais experientes está ligada a quanto o profissional mais experiente está disposto a se atualizar e o quanto ele ficou ou não estagnado em seu conhecimento e motivação, sem contar com a rede de relacionamentos e sucessos que obteve em sua jornada profissional.

Podemos concluir que a (quase) impossibilidade de emprego para o profissional que está próximo ou que passou dos cinqüenta anos não está diretamente ligado a idade, e sim ao quanto esse profissional se mantém atualizado e galgou posições dentro desse concorrido mercado de trabalho.


É fundamental se reinventar e adquirir novos conhecimentos todos os dias.

11
Março
2016



Como Estar Preparado Para o Mercado de Trabalho

Por: Angelina Feltrin

Em um cenário de economia em crise  e  mercado de trabalho retraído, muitos profissionais se preocupam com os cortes de custos e de vagas nas empresas. Mas algumas atitudes podem ajudar a se manter no emprego ou mesmo ter um diferencial na busca de uma nova oportunidade, em caso de demissão. Vejamos algumas dicas relevantes:

Não há dúvida que esses são tempos de desafios, porém, precisamos decidir que atitude teremos frente a eles. Podemos enfiar a cabeça no buraco como um avestruz ou enfrentar a realidade com esperança e otimismo, para encontrar soluções inovadoras e visualizar um novo horizonte.

É possível fazer da crise uma grande oportunidade de crescimento e melhoria, tanto profissional como pessoal. O coaching de carreira é uma excelente sugestão de apoio e ajuda em busca deste crescimento e há no mercado, profissionais experientes para esta demanda! Informe-se!

19
Fevereiro
2016



Orientação Profissional/Vocacional

por: Ana Beatriz Casteleti Santos Custódio

A Orientação Profissional / Vocacional é um processo que visa auxiliar pessoas que estão no momento de decisão da escolha da profissão, ou que já estão trabalhando, mas não estão satisfeitos e pretendem mudar de área.

Durante o processo, é desenvolvido um trabalho de autoconhecimento, avaliação de perfil, aplicação de testes psicológicos, conhecimento de suas próprias aptidões, reais desejos, personalidades, explanação de profissões de interesse, pesquisas sobre curso, mercado de trabalho, realidade da área, dentre outras necessidades que possam surgir durante os encontros. O indivíduo avalia seu próprio repertório comportamental e juntamente com isso, avalia as possíveis escolhas vocacionais, tornando sua escolha mais assertiva.

Esta prática pode acontecer de forma individual ou grupal, as duas formas são muito valiosas, uma fazendo com que o processo seja mais profundo e focado e na outra, a troca de experiências faz com que o processo se torne muito interessante e complementar.

Falando sobre vocação e profissão, a vocação tem um enfoque voltado ao comportamento e na profissão o enfoque é técnico. Porém, é de extrema importância que os dois caminhem juntos, tendo como resultado um sujeito feliz e satisfeito.

12
Fevereiro
2016



Qualidade de Vida no Trabalho

PorAngela M. Graciano Bellatti

5 dicas de melhorias

Precisamos deixar de lado aquela idéia de que o homem trabalha tão somente para a obtenção do salário. A grande maioria dos profissionais se aborrece com a falta de crescimento profissional, com o descaso de seus gestores que apenas lhe cobram as tarefas, que lhe negam o acesso a informações ou o tratam apenas como uma peça a mais no processo de produção.

Mas a satisfação no trabalho não deve estar isolada da vida do indivíduo. É necessário lembrarmos que o homem é um ser integrado e indivisível, com direito a todos os sonhos de auto-estima e auto-realização, tanto na vida social quanto na vida profissional.

A qualidade de vida no trabalho envolve PESSOAS X TRABALHO X ORGANIZAÇÕES, onde podemos destacar dois aspectos principais: a preocupação com o bem-estar do trabalhador e com a eficácia organizacional e a participação dos trabalhadores nas decisões e problemas do trabalho.

As organizações investem cada dia mais em ambientes de trabalho humanizados e acolhedores e no cuidado com a gestão de seus colaboradores, em contrapartida, o colaborador deve procurar desenvolver suas competências de forma a atender às necessidades corporativas.

Seguem algumas dicas para a melhoria da qualidade de vida no trabalho:

1- Foco: Um profissional focado e comprometido com seu trabalho sofre menos interferências negativas.

2- Fofocas: Afaste-se das fofocas  e procure eliminar esta conduta do seu dia a dia. Conversas fúteis sobre a vida dos colegas e superiores só alimentam um ambiente hostil.

3- Aprenda a trabalhar em equipe: Esta é uma das principais habilidades exigidas pelas empresas. Colabore com seus colegas e aprenda com eles também.

4- Cumpra prazos e horários: Atender suas demandas com qualidade e cumprir prazos e horários evita estresses e que seu desempenho seja questionado.

5- Cultive bons relacionamentos: Mantenha boas relações interpessoais com seus colegas e superiores. Isso torna o ambiente melhor e mais favorável.

29
Janeiro
2016



Aspectos do Estresse

Por: Regina Célia de Araujo Garcia

As exigências cada vez maiores do dia a dia, os conflitos cada vez mais frequentes, as dificuldades em administrar o tempo, e a quantidade de desafios cotidianos costumam entrar em choque com o nosso limite. Esses fatores, juntos, podem culminar no surgimento do estresse.

O estresse é um mecanismo de defesa natural do corpo e, quando controlado, não interfere demasiadamente na vida de uma pessoa, e é considerado até mesmo saudável. Porém, muitas vezes, esse estresse transforma-se gradualmente em algo que pode prejudicar a saúde e as relações sociais, já que impacta significativamente em aspectos físicos e psicológicos, causando inúmeras doenças, e também afetando as relações com a família, amigos, colegas, e até na capacidade de lidar com o trabalho. O estado de desânimo, esgotamento e pessimismo começa a interferir de tal forma, de modo que muitos indivíduos passam a acreditar que o trabalho, que já foi motivo de alegria, não traz recompensas. Neste momento, os pensamentos tomam dimensões grandiosas, com ideias de mudanças de que o trabalho e outras situações que não se consegue lidar, se alteradas, seja o melhor caminho.

Profissionais de qualquer área estão sujeitos aos efeitos do estresse, mesmo aqueles que não precisam lidar com um alto grau de pressão ou responsabilidade no cotidiano de seu trabalho. Os sintomas deste mal não se manifestam instantaneamente, e por isso às vezes pode ser difícil de identificar. Ao contrário, aparecem de forma bastante gradual.

Muitos pesquisadores, como Herbert Freudenberger, realizaram estudos sobre o estresse para identificar o seu dinamismo, e apontam alguns componentes desse processo de esgotamento:

×          Necessidade de se afirmar;

×          Dedicação intensificada;

×          Descaso com as próprias necessidades;

×          Choque de conflitos;

×          Negação dos problemas;

×          Recolhimento;

×          Mudanças bruscas de comportamento;

×          Vazio interior, sensação de impotência;

×          Depressão;

×          Esgotamento.


Esses últimos citados são os mais preocupantes à saúde mental de uma pessoa, e são estágios em que se deve procurar ajuda profissional o mais rápido possível. A síndrome do esgotamento profissional, por exemplo, corresponde a um colapso total do físico e do psíquico, em que geralmente ocorrem pensamentos de suicídio e crises depressivas.

Mesmo com as exigências que a sociedade moderna faz sobre velocidade e o ritmo de produtividade, é necessário nos conhecermos e sabermos claramente quais são os nossos limites físicos e psíquicos. Cuidemos de nossa saúde!

 

Referências:

Leiter, Michael P.; Maslach, Christina. No limite do estresse. Revista Mente Cérebro, edição especial, no. 53, Jan/2016.

Em: http://www.sermelhor.com/trabalho/as-fases-do-esgotamento-pelo-stress-no-trabalho.html. Acesso em 17/maio/2013.

22
Janeiro
2016



Considerações sobre a prática de Coaching.

Por: Angelina Feltrin

Sullivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, na qual a PERSORE é credenciada, define “Coaching” como “um processo com foco 100% em solução, visando apoiar a pessoa que busca um desenvolvimento, seja pessoal ou profissional”.

A minha vivência como Coach nas organizações, conduzindo o processo de Coaching com indivíduos cujo resultado esperado é claramente definido, tem demonstrado que este processo é muito eficiente, “100% solução”. Porém, desde que haja no Coachee, o real desejo de alcançar estes resultados, que evidentemente lhe trará benefícios de curto ou médio prazo.

É essencial que haja uma motivação interna, que o individuo queira obter estes resultados. É esta motivação interna que permite que o processo caminhe com eficácia. Assim, utilizando as técnicas e ferramentas adequadas, conduzimos a pessoa ao conhecimento de seus recursos e ao desenvolvimento de suas habilidades, a fim de que “destrave” o seu potencial, maximize o desempenho e alcance os resultados desejados.

A aprendizagem que o Coaching proporciona à pessoa então é muito motivadora. Digo mais: - É transformadora! O feedback que recebe, seja dos colegas ou de seus superiores em relação ao seu desempenho e sua mudança estimula ainda mais a pessoa a buscar os resultados. E eles são surpreendentes!

Há alguns casos, porém, em que o desejo interno do Coachee não é necessariamente aquele esperado pela organização, seja porque há outras prioridades na vida do individuo, seja porque não compartilha com o que esperam de seu desempenho, seja porque há questões emocionais que impedem o “destravamento” da pessoa. Nesses casos, os resultados quase não são percebidos e o processo se torna “morno”. A minha percepção, como Coach, é a de que ele participa do processo para “atender ao chefe”, mas logo volta ao padrão de desempenho anterior. Não há transformação! O Coaching torna-se superficial, apenas com a utilização das ferramentas que dispõe.

Considero muito importante então que tudo isso seja esclarecido tanto para a direção da empresa, como para a liderança e para o próprio individuo. É necessária essa transparência, uma vez que em alguns casos a técnica poderá ser em vão. Tal como participar do curso de Coaching, conhecer práticas e ferramentas, mas não vivenciar o processo....

Mas este é assunto para um outro pensar....

15
Janeiro
2016



Pesquisa de Clima Organizacional (PCO)

por: Ana Beatriz Casteleti Santos Custódio

Toda organização tem por objetivo permanente manter-se competitiva no mercado de trabalho, com metas alcançadas e bons resultados. Para isso, é necessário que os colaboradores estejam motivados, comprometidos e se sentindo parte integrante da mesma.

A Pesquisa e Diagnóstico de Clima Organizacional (PCO) é uma das ferramentas mais importante para a empresa que aplica a gestão participativa do fator humano, permitindo aos colaboradores expressarem suas opiniões sinceras, contribuindo para a melhoria geral do ambiente de trabalho.

Esta ferramenta consiste em um questionário com resultados quantitativo e qualitativo, elaborado por um profissional especializado, podendo ser um psicólogo, o qual deve trabalhar em conjunto com a diretoria da empresa. Pode ser aplicado grupal ou individualmente, porém, sempre com muito cuidado para que sigilo seja mantido. O resultado possibilita mensurar direta e indiretamente fatores que influenciam comportamentos, processos e a motivação no ambiente de trabalho, através de gráficos e relatórios quantitativos e qualitativos, elaborados após a análise dos questionários aplicados. O resultado final da Pesquisa e Diagnóstico de Clima Organizacional consiste em um material frente ao qual a diretoria da empresa encontra um panorama geral sobre a motivação e necessidades dos colaboradores, pontos positivos, pontos negativos em relação ao ambiente de trabalho, qualidade do trabalho, liderança, dentre outros aspectos relevantes. Diante dessas necessidades, é importante promover as mudanças necessárias e essenciais ao equilíbrio do grupo, e que impacta diretamente da produtividade e sucesso dessa organização. Vencendo resistências para essas implementações, conseguirá através de intervenções e monitoramentos precisos, reestabelecer o equilibro entre a realização profissional do colaborador e o seu desempenho organizacional. Enfim, todos saem ganhando.....

08
Janeiro
2016



BALANÇO GERAL 2015!

Por: Joely Helena Roscito Bento

Dezembro chegou e com ele uma estranha mistura de sentimentos.
Estamos no final do ano, mais um ano, final de um ciclo, momento de constatações, conclusões. 
Olhamos perplexos para o calendário atrás da geladeira e dificilmente acreditamos: outro Natal! 
Então, Ficamos nós, sós e com a sensação de que o tempo está passando rápido demais. 
Mas será mesmo que o tempo corre ou somos nós quem passamos pela vida apressados, aflitos, perdendo um trem a cada segundo? 
E assim vamos todos, enfrentando os dias, acompanhados de reflexões que nos levam para um caminho estreito chamado de "Balanço Geral".
Como uma chuva farta que nos molha, somos inundados por tantos pensamentos inevitáveis e não temos onde esconder. Resta encara-los com coragem e poder verificar com clareza, quais foram o resultado dos nossos anseios pessoais, profissionais. 
E lá vamos nós, percebendo os fatos, vemos que alguns projetos não deram certo, houveram imprevistos e curiosamente outras coisas boas inesperadamente aconteceram. Ficamos felizes, surpresos, diria um pouco mais conformados. 
Podemos, então, nos refazer desses momentos de profundo contato com nossos objetivos, frustrados ou não e partir para a etapa seguinte, pois se aproxima 2016. 
É tempo de voltar a sonhar com o possível e fazer novos planejamentos. Traçar com cuidado cada etapa do processo de conquista e seguir em frente, contornando os possíveis obstáculos sem perder a fé e levando na bagagem pessoal a auto confiança e a lembrança das próprias competências e da capacidade de vencer. 
E ssim, quando chegarmos no dia 31 de dezembro poderemos dizer: 
- Que venha 2016 e com ele, tudo o que estiver reservado para mim: todo crescimento, todo aprendizado e a convicção de que no balanço geral , entre perdas e ganhos posso continuar em pé! 

18
Dezembro
2015



A Importância do Treinamento nas Organizações

PorAngela M. Graciano Bellatti

O treinamento nas organizações propicia a capacitação de gestores e colaboradores, desenvolvendo as habilidades individuais e/ou grupais necessárias ao bom desempenho de suas funções. Dessa forma, ele deve ser considerado como um investimento e nunca como despesa ou custo.

No Treinamento Técnico-Operacional promove-se a capacitação das habilidades necessárias para o desempenho do cargo ou função.  Desenvolvem-se habilidades operacionais, como por exemplo, operar com excelência uma máquina ou equipamento.

No Treinamento Comportamental aprimoram-se as competências humanas, as  quais resultarão na melhora do relacionamento intra e interpessoal.  Ele possibilita melhorar o desempenho da liderança e da organização. Os colaboradores ganham mais confiança para suas relações do dia a dia no trabalho e podem (e devem) levar essas habilidades para sua vida pessoal, tornando-se pessoas melhores.

Os treinamentos comportamentais ajudam a construir um clima organizacional saudável, frente ao qual todo colaborador gostaria e deseja pertencer. Uma empresa com colaboradores bem treinados e um clima saudável caminha a passos largos para aumentar sua PRODUTIVIDADE,  transformando-se num pólo de retenção e desenvolvimento de pessoas com talento, impactando positivamente na imagem institucional da empresa.

A PERSORE oferece treinamentos personalizados e focados nas reais necessidades de cada equipe ou de cada profissional, fazendo o investimento valer à pena. 

Alguns Tipos de Treinamento:                   

·         Autoconhecimento

·         Comunicação

·         Trabalho em Equipe

·         Feedback

·         Coaching

·         Planejamento

·         Motivação

·         Tipos de Liderança

·         Etiqueta Empresarial

·         A Excelência no Atendimento ao Cliente

·         Como Ensinar/Treinar uma Nova Atividade

·         Análise do Problema e Tomada de Decisão

11
Dezembro
2015



A importância de saber ouvir um feedback

Por: Regina Célia de Araujo Garcia

Quando falamos em comunicação e na importância de ouvir, muitos pensam: - "Para que isso? É só ouvir!" Pode parecer fácil, mas não damos a devida importância ao assunto. Nem sempre recebemos o que vem do outro de maneira adequada. Em geral, desejamos que nossas opiniões sejam aceitas pelo outro, e sofremos quando não somos entendidos. Quando recebemos críticas diferentes de nossas opiniões, algumas atitudes podem comprometer o entendimento entre duas pessoas e terminar em um grande transtorno.

No ambiente de trabalho, muitos líderes são treinados a dar feedback. Dar um feedback é muito importante. É uma ferramenta essencial de comunicação, sendo utilizado para comentar, informar à outra pessoa sobre a percepção em relação a uma ação executada, postura ou desempenho. O feedback mensura sobre uma tarefa específica ou problema de relacionamento, podendo ser positivo ou construtivo. Quando bem realizado, o feedback auxilia quem recebe a informação à manter ou buscar melhorias, soluções e ações adequadas ao desenvolvimento pessoal e profissional.

Porém, aquele que o recebe precisa estar realmente interessado em ouvir. Se o feedback for positivo, é fácil. No entanto, o grande desafio é receber um comentário negativo, diferente ao que se pensava, até então, estar realizando bem. Nessa hora, é muito comum as pessoas ficarem abaladas, e tomadas por uma grande carga emocional negativa. Podem sentir-se ofendidas, o que geralmente desencadeia mecanismos de defesa. Por isso, algumas atitudes como acusações, negação, exaltação, lágrimas, e sentimento de incompetência ou injustiça aparecem com frequência.

A solução é passarmos a enxergar o feedback como algo construtivo, que nos ajuda a enxergarmos como podemos melhorar e amadurecer. Se a pessoa que lhe dá o feedback está investindo tempo e pensamento na crítica, é sinal de que se preocupa com o ouvinte e quer ajudá-lo. Isso pode ser o sinal que precisávamos para pararmos um momento, refletirmos e nos autoavaliarmos.

"Nós não somos medidos por somente aquilo que somos, mas também pela percepção que as pessoas têm sobre nós”.

(Autor desconhecido).

04
Dezembro
2015



Grafologia

 

 

Por: Angelina Feltrin

Segundo a “Sobrag” (Sociedade Brasileira de Grafologia - www.sobrag.com.br), a grafologia é uma “ciência da área humana” que, através da análise e interpretação da grafia, permite conhecer muito do caráter, temperamento e da personalidade do autor. O primeiro livro conhecido sobre o assunto data de 1622, “Como reconhecer o caráter e os atributos de uma pessoa através de um documento escrito”, de Camilo Baldo. No Brasil, o primeiro trabalho científico sobre o assunto é de 1900, “A grafologia em medicina legal”, feita pelo médico baiano Dr. José Antonio de Gouveia Costa-Pinto, como tese de doutorado, na Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia. A grafologia se baseia no principio que, quem comanda a mão é o cérebro e o estudo da escrita revela as características e os traços de personalidade de uma pessoa, com base em seus símbolos gráficos.

A grafia de cada pessoa é impar, pois é desenhada de acordo com os impulsos do cérebro através do sistema nervoso e dos músculos do braço e da mão. Neste sentido, torna-se possível verificar uma infinidade de características através da escrita: maneira como a pessoa trabalha, sinais de inteligência e originalidade de ideias, planejamento e organização; indícios de perseverança e ambição, etc. Todos os sinais dentro do “espaço gráfico” contem significados. A grafologia tem sido usada como instrumento adicional na seleção de profissionais, na identificação e desenvolvimento de potencial, promoções, etc, em muitas empresas. Na análise forense de documentos, o termo usado é grafotécnica ou grafoscopia.

A principal critica à grafologia é a inexistência de base científica que sustente o uso dessa técnica para a investigação da personalidade. É importante lembrar que,de acordo com o CRP/6 região, esta prática está em estudo e necessita de pesquisa para uso em avaliação psicológica. E estas pesquisas científicas estão acontecendo. Uma nova disciplina chamada Grafonômica (do original em inglês, graphonomics) surgiu no inicio dos anos 80 e visa verificar quais são os processos neuromotores por trás da escrita e desenhos humanos. Mas ainda há muito trabalho a ser realizado. 

27
Novembro
2015





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