Persore
19 3407.2379 | 9 9783.1818   


DÁ PRÁ SER FELIZ NO TRABALHO!

Por: Roseli Pinese Macetti

Olhar para o trabalho, nos dias de hoje, nos remete a uma nostalgia. Tantas incertezas, tanta insegurança...

Analisemos quais são as principais queixas. E refletir sobre elas pode ajudar.

1.     Falta de orientação da chefia: boa parte dos chefes precisa, sim, melhorar a orientação dada à equipe, trazendo estímulo, clareza de objetivos e transparência, principalmente em tempos de crise. Contudo, a motivação é intrínseca e seria injusto colocar a responsabilidade pelo sucesso de nossa carreira na mão deles. Nós somos responsáveis por ela.

 

2.     Desenvolvimento pessoal insuficiente: dedicando boa parte de seu tempo à organização, o colaborador “espera” que a organização o ajude a evoluir na sua carreira. Essa questão deve estar no foco do colaborador. Esperar, só faz o tempo passar. Cabe a cada um procurar analisar e saber do que está precisando para crescer em sua ocupação.

 

3.     Chefe despreparado para a função: sempre poderemos nos deparar com esta situação. É necessário ter em mente que todas as pessoas estão sempre em desenvolvimento. Portanto, façamos para colaborar com o crescimento da equipe, nos tornando prestativos e atentos às necessidades dela, auxiliando o chefe na busca de resultados.

 

4.     Falta do reconhecimento de direito: se focarmos somente na questão salário, nos frustraremos. Certamente, não é o salário apenas, que nos torna satisfeito. E, sim o reconhecimento por um bom trabalho realizado. Então, procuremos identificar qual trabalho é esse, onde encontrá-lo e planejar para alcançá-lo o mais rápido possível. Assim, teremos dias mais felizes, tendo como consequência um salário para nos manter.

 

5.     Ideias ignoradas: há muitas reclamações neste sentido. Paremos para refletir na seguinte questão: quando fornecemos uma ideia, ela é somente isso. Dar a ideia não significa que ela DEVERÁ ser colocada em prática. Uma ideia precisa ser analisada. A visão do superior é muito mais ampla que a do colaborador. Assim, dedique-se ao seu desenvolvimento e continue dando suas ideias e sugestões. Isso fará bem ao grupo porque, quando for oportuno, ela será aproveitada e o mesmo será bastante beneficiado.

 

6.     Ausência de um propósito no trabalho: saber qual a finalidade de seu trabalho e dar valor ao que faz é muito importante para se sentir útil e satisfeito. Assim, se a informação não chegar pelo seu chefe, vá atrás dela. Busque, pesquise e não espere tudo de “mão beijada”

 

 

O trabalho ocupa seu espaço em nossas vidas. Faz parte dela desde muito cedo. Sabendo cuidar adequadamente dessa área certamente conseguiremos grandes progressos.

Precisamos nos conhecer, saber de nossas potencialidades e limitações. Devemos traçar objetivos desafiadores, porém atingíveis.

Cuidemos de nossa área profissional porque ela é um dos pilares sem o qual nossa vida se tornaria sem sentido.

16
Maio
2017



Comunicação

por: Fernando Nardo

Ao realizar diagnósticos em diferentes organizações, não é raro nos depararmos com situações onde a comunicação é apontada como um dos pontos que merecem atenção. E quando solicitamos fatos ou exemplos que ilustrem os problemas da comunicação, ouvimos respostas como: “fizemos reuniões, enviamos e-mails, elaboramos manuais... mas as pessoas não entendem”.

Segundo o Dicionário Eletrônico Houaiss, o primeiro texto sobre comunicação é:  ação de transmitir uma mensagem e, eventualmente, receber outra mensagem como resposta. Comunicação, vem do latim e significa partilhar, tornar algo comum.

Quando consideramos o processo da comunicação (Figura 1), autores indicam que é responsabilidade do emissor, aquele que emite a mensagem, fazer escolhas e atuar para que a transmissão da informação seja concluída com sucesso. Desta forma, espera-se que os receptores entendam a mensagem emitida, indicando esta compreensão com ações e feedback.


 



Ora, para uma comunicação eficiente, algumas perguntas devem ser respondidas antes de codificar a mensagem e escolher o canal para seu envio: O quanto conheço do público alvo de minha mensagem? Quantas e quais gerações deverão receber a mensagem? Tenho conhecimento suficiente sobre o repertório e os canais de comunicação necessários para atingir o público alvo?

Venha nos visitar e aproveite para conhecer os trabalhos da Persore, que podem ajudar a melhorar a comunicação em sua empresa.

 


25
Outubro
2016



Gestão de RH em Pequenas Empresas

PorAngela M. Graciano Bellatti

A maioria das empresas de pequeno porte não possui um departamento de recursos humanos estruturado. Geralmente encontramos nessas empresas apenas o Departamento Pessoal, que possui seu foco em questões burocráticas como: admissão e demissão de colaboradores, controle de horas, folha de pagamento e controle de benefícios.

Porém, sabemos que a Gestão de Pessoas é muito mais que isso. Mesmo as pequenas empresas são compostas de pessoas que possuem necessidades, anseios e expectativas de crescimento e desenvolvimento profissional. Daí surge a necessidade de contar com o apoio de um Departamento de RH competente que perceba as necessidades da empresa e de seus colaboradores e que seja capaz de encontrar soluções e alternativas, de forma que o capital humano seja devidamente aproveitado, desenvolvido e valorizado, trazendo harmonia e produtividade à organização.

Estando os responsáveis pela empresa conscientes e confiantes que isso será um importante passo para o sucesso da organização, podem optar pela contratação de um profissional efetivo ou profissionais autônomos que prestem serviços na área de gestão de pessoas. Esses profissionais ajudarão e identificar as necessidades e a implantar processos que permitam a busca pela excelência da corporação como um todo.

Podemos listar alguns processos que ajudarão na gestão do capital humano, na retenção de talentos e na profissionalização da empresa:

·         Pesquisa e diagnóstico de Clima organizacional e relações interpessoais.

·         Melhora da comunicação interna.

·         Resolução de conflitos.

·         Avaliação de competências.

·         Treinamento e desenvolvimento dos colaboradores e/ou lideranças.

·         Recrutamento e seleção: contratação com foco em competências.

·         Descrição de cargos e matriz de função.

·         Adequação de organograma.

·         Implantação e acompanhamento de programa de qualidade (Ex. 5S)

·         Implantação de cargos e salários.

·         Avaliação de desempenho, entre outros.

Pequenas ações podem trazer mudanças significativas para melhorar a gestão, transformar o clima e a cultura organizacional. Não pense que sua empresa é pequena demais. Pense que seus colaboradores são valiosos e que devem ser tratados com respeito e consideração, pois são eles que ajudarão sua empresa a crescer e prosperar.


Conte com a PERSORE para ajudá-lo na adequação, desenvolvimento e capacitação do capital humano de sua empresa!!!


Se a empresa prospera, todos ganham...se todos ganham, a empresa prospera.

20
Setembro
2016



NR 33 – Importância da Avaliação Psicossocial

Por: Angelina Feltrin

Através da NR – 33, o Ministério do Trabalho e Emprego regulamentou normas para a segurança e saúde dos trabalhadores na realização de suas atividades em “espaços confinados”. Trata-se de toda atividade laboral executada em espaços não destinados à ocupação humana contínua, tais como entradas e saídas restritas; dificuldades de movimentação no seu interior, ventilação natural insuficiente, componentes tóxicos, inflamáveis e/ou explosivos em seu interior, enfim, onde o risco de ocorrência de acidentes e de intoxicação é elevado.

Determina ainda, considerando a complexidade destas atividades, que todo trabalhador deve ser submetido a exames médicos específicos para a função que irá desempenhar, incluindo os fatores psicossociais. É necessário atenção especial ao estado psicológico do trabalhador que irá realizar a atividade neste local, buscando identificar características comportamentais e sinais de patologias mentais capazes de colocar em risco sua própria integridade física e/ou de colegas.

A avaliação psicossocial é uma avaliação psicológica, função privativa do psicólogo e refere-se à coleta e interpretação de informações psicológicas resultantes de um conjunto de procedimentos confiáveis que permitam ao psicólogo julgar um comportamento.

É necessário uma abordagem cuidadosa de situações pessoais e familiares de impacto, como o termino de relacionamentos, morte de parentes próximos e situações de endividamento; também a avaliação da personalidade e testes psicológicos, que possam mapear o perfil psicológico do individuo para a execução da atividade em questão, que gere um parecer que servirá de auxilio ao médico do trabalho no julgamento de sua aptidão para a função.

A avaliação psicossocial é de extrema importância, pois possibilita às empresas adotarem medidas preventivas em relação à saúde mental dos trabalhadores, auxiliando na diminuição dos riscos de acidentes de trabalho, redução do absenteísmo e afastamentos do trabalho.

O psicólogo que realiza estas avaliações deve ser devidamente habilitado para a função, com registro no Conselho Regional de Psicologia (CRP). Deve conhecer profundamente as questões psicológicas ligadas à atividade a ser executada; assim como critérios e instrumentos para a avaliação de transtornos mentais e avaliação psicológica. Deve compreender o ser humano em sua complexidade e sua interface com a tarefa a ser executada. Também, para que haja êxito nesta demanda, há que se considerar a relação interdisciplinar entre o médico do trabalho, o psicólogo e o RH da empresa.

Os profissionais na PERSORE estão devidamente habilitados e preparados para a execução da Avaliação Psicossocial. Fale com a gente!


 

 

 

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Normas regulamentadoras de segurança e saúde do trabalho. NR-33  - Segurança e saúde nos trabalhos em espaços confinados. Brasília, DF: MTE, http://portal.mte.gov.br/

 

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Guia Técnico da NR-33. Brasília, DF: MTE, 2013. http://portal.mte.gov.br/

13
Setembro
2016



Mudanças

“As empresas que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes e sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças. ” 

(Adaptação da frase original de Charles Darwin: As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes, e sim aquelas que se adaptam melhor as mudanças)


por: Fernando Nardo

Em inúmeros eventos presenciais sobre “Gestão de Mudanças” que tenho conduzido, solicito aos presentes que, baseado em sua experiência e conhecimento, avaliem a adequação da frase adaptada no início desse  texto em relação à realidade empresarial. A maioria quase absoluta dos participantes entende como muito adequadas às organizações. 

A capacidade de adaptação das empresas está associada a sua habilidade em promover efetivamente as mudanças necessárias, sejam elas em relação à estratégia, objetivos, processos, comportamentos, entre outras dimensões. Ressaltamos que, seja qual for a mudança, esta será executada e vivenciada por pessoas. Pessoas com suas histórias de vida, experiência profissional, formação, sentimentos e expectativas.

Mudança nas organizações transcendem disciplinas específicas como gestão de projetos, processos, gestão de pessoas. Fazer gestão de mudanças demanda capacidade de integrar inúmeras disciplinas e conhecimentos, além dos citados.

Um exemplo que contribui para ilustrar o assunto em questão é o filme “Moneyball – O homem que mudou o jogo” (Sonny Pictures). Pressão por resultados, orçamento restrito, paradigmas, são enfrentados por Billy Beane (Brad Pitt), gerente geral do time Oakland A's e o responsável pela montagem da equipe.

Gostou? Tem interesse sobre Gestão de Mudanças? Venha conhecer a área de Gestão da Persore

30
Agosto
2016



CHEFE OU LÍDER?

PorAngela M. Graciano Bellatti

Existem diversas formas de nomear quem comanda dentro de uma empresa. Chefe, líder, supervisor, encarregado, entre outros.

Por muito tempo o conceito de liderança baseou-se na idéia de que o líder era alguém possuidor de certas características inatas que o tornavam mais apto a conduzir os demais na execução das tarefas e aos demais cabia o papel de seguidores. O chefe, por sua vez, além do conhecimento técnico diferenciado, tinha responsabilidade de ditar as regras e de controlar.

Hoje, a liderança está ligada à pessoa que consegue delegar tarefas, estimular pessoas e motivar a equipe, fazendo com que a mesma alcance os objetivos em prol da organização, o que vai gerar consequentemente, um bom clima no ambiente corporativo. O líder delega autoridade sem abrir mão da responsabilidade; sabe ouvir, reconhece os seus erros; inova, motiva e aconselha. Toma decisões rápidas quando necessário, cobra resultados com base em critérios pré-determinados. Jamais “rouba” as idéias do colaborador, mas as apresenta como obra de seu departamento, dando crédito a quem é de direito.

O líder contrata e promove profissionais que sabem mais do que ele e está sempre disposto a aprender. Estimula o trabalho em equipe. Mas acima de tudo, o líder gera respeito e resultados.

Cada dia mais se espera que as pessoas que estão à frente no ambiente corporativo sejam líderes. E para liderar, é necessário acima de tudo, conhecer a si mesmo. Conhecer as qualidades, habilidades e as deficiências e fraquezas.

É possível buscar qualificação para a liderança? Com toda certeza! Como? Buscando conhecimentos, participando de treinamentos, submetendo-se ao processo de coaching, buscando competências comportamentais fundamentais para a liderança.

A PERSORE pode ajudar sua empresa a descobrir e desenvolver as lideranças existentes seja através de treinamentos ou do processo de coaching. Conte a gente!

23
Agosto
2016



Reflexões sobre o envelhecimento

Por: Angelina Feltrin

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o número de pessoas com mais de 60 anos no Brasil deverá crescer mais rápido do que a média internacional. A porcentagem atual de 12,5% de idosos deve alcançar os 30% até a metade do século. A população brasileira está envelhecendo, trazendo consigo importantes transformações na sociedade. Consideremos por exemplo, a necessidade da reformulação da Previdência Social, tão divulgada pela mídia recente.

Em diversos campos profissionais este é um tema em discussão, entre eles, o da psicologia. Embora o envelhecimento seja um processo inexorável e irreversível, nem sempre estamos preparados para enfrentar as mudanças que nos acarreta.Além das questões físicas e emocionais do individuo, encontra-se inserido em uma sociedade capitalista, que pouco valoriza o conhecimento e experiência adquiridos ao longo da vida. É o velho, não o sábio! A velocidade das mudanças, o volume de informações disponíveis e todo aparato tecnológico podem dificultar ainda mais estas transformações.

Judith Viorst em seu livro “Perdas Necessárias” destaca que“o trabalho é o esteio de nossa identidade, a âncora do eu social e privado, define esse eu para si mesmo e para o mundo. Se não tivermos um local de trabalho, um círculo de colegas para manter contato, uma tarefa para confirmar nossa competência, um salário que determine o valor dessa competência, uma descrição profissional que é como uma mensagem taquigráfica que informa aos estranhos quem somos, pode acontecer de passarmos a perguntar, no momento de nos aposentarmos: “Quem sou eu?”.

“Privado de sua definição profissional e da justificativa social, o aposentado geralmente perde status e auto estima. O fim do trabalho é um exilio, se não houver nada para absorver os interesses e as energias da pessoa. E os velhos vivem em uma sociedade onde geralmente não existe nada disso”.

Nessa linha de pensamento, a aposentadoria não é observada como direito conquistado e sim como o momento da mudança de papel social – quase sempre estigmatizado. Os idosos, no Brasil, vivem com frequência angustiados com a desvalorização das aposentadorias e pensões – pela questão econômica em si, mas sobretudo em decorrência da perda de valor social.

Assim, nas organizações, abre-se um novo espaço de atuação para os profissionais de Recursos Humanos, com trabalhos voltados à preparação para a aposentadoria, para aqueles colaboradores em idade de aposentar-se. Um dos exemplos é o“Aposenta – Ação: Programa de preparação para a Aposentadoria” (Dulce Helena Penna Soares, Aline Bogoni Costa, Alexandre Matos Rosa, Maria Lúcia S. de Oliveira).

Penso que projetoscom o objetivo de apoiar aqueles que brevemente deixarão o mercado de trabalho serão essenciais, considerando o envelhecimento dos colaboradores e humanizando as relações pessoais e profissionais.

É importante estar preparado para isso. A Persore, com sua equipe de profissionais, poderá apoiá-lo no desenvolvimento e realização deste projeto. Fale com a gente!

09
Agosto
2016



OBJETIVOS

por: Fernando Nardo

“Não existe nada melhor do que administrar por objetivos desde que se saiba quais são os objetivos; 90% das empresas não sabem”. (P. Drucker)

Surpreso com a frase acima? Alguns profissionais ficam chocados, especialmente diante do percentual das empresas que não sabem seus objetivos. Considerando que as organizações são formadas por pessoas, se os profissionais que nela trabalham não conhecem os objetivos organizacionais, a informação de Peter Drucker é reforçada.

Em geral, o faturamento previsto é considerado o objetivo central da empresa, a partir do qual, outros podem surgir. É um objetivo específico e com prazo definido para acontecer. Mesmo assim, durante a realização de diagnósticos, é importante fazer algumas perguntas como: Todos os vendedores sabem exatamente quanto a empresa deverá vender? Quais os produtos deverão ser prioriorizados? Para quais clientes? E os demais profissionais, sabem estas respostas? Como a área de entregas sabe quais clientes devem ser priorizados? ...

Até agora, tratamos do volume de vendas (faturamento), um objetivo tangível, que não apresenta maiores dificuldades para ser mensurado. Imagine agora, um objetivo não tangível (note: não tangível não quer dizer que não possa ser mensurado, medido). Considerando o mercado atual, com suas dúvidas e incertezas, outros objetivos tendem a ganhar relevância. Dentre eles, a sustentabilidade e sobrevivência das empresas se destacam e podem provocam impactos significativos, por exemplo, na estratégia, no posicionamento, nas competências, ...

Existem ferramentas essenciais na gestão de processos, na definição e desdobramento dos objetivos e indicadores que auxiliam empresas nestes momentos de turbulência. Para conhecer estas e outras ferramentas, entre em contado com a Persore e agende uma visita.

19
Julho
2016



POSTURAS INADEQUADAS PODEM AFETAR SUA CONTRATAÇÃO (PARTE 2)

PorAngela M. Graciano Bellatti

Continuando a análise de posturas inadequadas durante o processo seletivo, ter um bom currículo, que esteja alinhado com a vaga oferecida não é suficiente. Os selecionadores levam em conta tanto o perfil profissional como o perfil pessoal do candidato, pois ambos são importantes na composição de um cargo. Não é raro um empregador optar por um candidato com menor qualificação técnica, mas que possua um perfil com características pessoais mais adequadas ao dia a dia do ambiente corporativo. É mais fácil ensinar o trabalho do que treinar competências pessoais, tais como: comprometimento, trabalho em equipe, tolerância à frustração, inteligência emocional, paciência, etc.

Assim, considerando a importância das competências pessoais para a adaptação do candidato e a sua eficácia nas atividades que irá executar, a análise de sua postura durante a seleção pode ser determinante parao sucesso da contratação do mesmo.

Algumas dicas para ser bem sucedido na entrevista:


·         Respeite os horários marcados. Não se atrase logo no primeiro contato com a empresa.


·         Opte por um visual clássico, sem exageros. Cuidados com cores fortes demais, roupas sujas, amassadas. Roupas sensuais podem chamar mais a atenção que sua experiência.


·         Erros de linguagem podem ser determinantes na seleção de candidatos. Atenção à concordância dos verbos e ao plural das palavras.


·         Evite intimidades com o entrevistador e/ou contratante e até mesmo com os demais candidatos. Ser atencioso é diferente de ser íntimo.


·         Se estiver desempregado, não se mostre fragilizado por esta situação, nem a enfatize. Apresente-se com a postura de quem tem muita vontade de aprender e expectativa de concretizar projetos e atingir objetivos.


·         Explique por que razão acha que está capacitado para a função que se candidatou e mostre-se disponível para melhorar sempre. Faça sua exposição de forma afirmativa e confiante, mas não exagere para não transmitir superioridade ou arrogância.


·         Nunca responda a uma pergunta com outra pergunta. Se tiver dúvidas, exponha-as apenas depois de responder ao que lhe foi solicitado.


·         Espontaneidade. Essa é a palavra chave. Não tente ser o que não é. O entrevistador está preparado para reconhecer se você está tentando forçar alguma situação.


PERSORE possui profissionais qualificados para ajudá-lo na contratação do profissional com o perfil adequado à vaga e à empresa. Faça-nos uma visita!

12
Julho
2016



Trabalho em Equipe: Cooperação

Por: Regina Célia de Araujo Garcia

Pensar em si mesmo, defender suas ideias e ideais, em qualquer relacionamento interpessoal, inclusive os mantidos no trabalho, é vital para um ambiente saudável. Porém, quando nos  colocamos sempre acima das outras pessoas e acreditamos que apenas nossas ideias  importam, nos tornamos egocêntricos e falhamos ao não enxergar o coletivo. Resulta em relações nocivas e competitivas, que prejudicam tanto a pessoa quanto aquelas que vivem a seu redor.

No trabalho, por exemplo, a interdependência entre as pessoas é essencial para a realização das atividades com qualidade. É necessário colocar o coletivo acima de exigências e desejos pessoais. É preciso maturidade emocional para saber lidar com as pessoas e  cooperar para que um objetivo em comum seja atingido. Repare que, aqui, a palavra-chave é cooperação.

E, tão importante quanto isso, é conhecer e abarcar tanto suas falhas e erros quanto seus acertos e pontos positivos. Porque é assim que podemos crescer e melhorar, não apenas no trabalho, mas também como pessoa. Saber ver os dois lados de si mesmo e dos outros permite uma visão ampla, de forma a aproveitar o melhor de cada um.

Saber cooperar é aceitar que não sabemos tudo e que não devemos fazer tudo sozinhos. É entender que cada pessoa é boa em uma coisa que talvez a outra não seja. É aceitar as falhas e pontos fortes de cada um. Assim, cada um contribui ao colocar um pedaço do quebra-cabeça, para que, no final, possa-se enxergar o quadro completo.

Micheletti, Camila. Trabalho em equipe: essencial para todas as empresas. Disponível em: http://carreiras.empregos.com.br/seu-emprego/trabalho-em-equipe-essencial-para-todas-as-empresas/. (Acesso em 26 de junho 2016);

BLOCH, Vicky. Aceite seus próprios erros. Disponível em: http://vocerh.uol.com,br/noticias/acervo/aceite-seus-proprios-erros.phtml. (Acesso em 25 de junho de 2016).

KAMIA, Meiry. Trabalhar em equipe requer maturidade. Disponível em: http://meirykamia.com/blog/(Acesso em 25 de junho de 2016).

05
Julho
2016



Competência

por: Ana Beatriz Casteleti Santos Custódio

Competência (segundo Rabaglio (2001) é definida como um conjunto de conhecimentos, habilidades, atitudes e comportamentos que permitem ao indivíduo desempenhar com eficácia determinadas tarefas, em qualquer situação. O perfil de competências de uma pessoa é o seu diferencial competitivo, tanto profissionalmente quanto na área pessoal.

Podemos então separar competências em: Competências Técnicas e Competências Pessoais.

Competências técnicas são: conhecimento e habilidade em técnicas ou funções específicas. Por exemplo, administrador, engenheiro mecânico, professor, dentre outros. E competências comportamentais e /ou Pessoais: atitudes e comportamentos compatíveis com as atribuições a serem desempenhadas. Por exemplo, iniciativa, criatividade, habilidade de relacionamento interpessoal, comunicação verbal, liderança, negociação, empreendedorismo, espírito de equipe, bom humor, entusiasmo, espírito de servir, humildade, extroversão, persuasão, atenção a detalhes, participação, cooperação, facilidade para trabalhar com metas, foco em resultados, flexibilidade, empatia, agilidade, etc.

Portanto, competências pessoais estão relacionadas com características natas e / ou as quais o indivíduo desenvolveu com suas vivências, experiências e a forma como lidou com elas durante a sua trajetória de vida. Já as competências tecnicas estão ligadas a estudo, a aprimoramento intelectual e escolhas.

21
Junho
2016



POSTURAS INADEQUADAS PODEM AFETAR SUA CONTRATAÇÃO (PARTE 1)

PorAngela M. Graciano Bellatti

É comum as pessoas pensarem que em um processo seletivo basta ter competências técnicas para conseguir uma colocação no mercado de trabalho. Ser um bom profissional, possuir as competências técnicas, saber trabalhar em equipe, ter excelente relacionamento interpessoal, ter habilidades para resolução de problemas, ser ético, são algumas das habilidades e competências valorizadas pelas empresas e pelos gestores.

Porém, a avaliação do candidato começa muito antes da investigação e avaliação dessas competências. Começa com a apresentação do currículo, com a postura do candidato desde os primeiros contatos feitos pelo contratante, com a apresentação e postura durante todo o processo seletivo: contatos telefônicos, dinâmicas, entrevistas, testes, etc.

Algumas posturas que podem contribuir positivamente na avaliação do candidato:

- Mantenha seu currículo atualizado, principalmente seus contatos. Você poderá perder ótimas oportunidades caso o contratante não consiga te encontrar porque seu telefone mudou.

- Retorne as ligações, não fique mandando mensagens do tipo “Quem é? O que quer?”

- Ouça a proposta da empresa. Não se antecipe perguntando sobre o salário.

- Depois de ouvir, tire suas dúvidas.

- Seja sincero e honesto. As mentiras sempre são descobertas.

- Agradeça o contato e se houver interesse na vaga, se coloque à disposição.

- Caso não conheça a empresa, pesquise sobre a mesma (site, atuação no mercado, etc).

- Na entrevista, use roupas discretas (nada de decotes ou exageros de qualquer espécie).

- Cuide da higiene pessoal.

- Procure manter-se calmo.

- Cuidado para não falar demais e se perder nas respostas.

- Atenção às gírias e aos vícios de linguagem (né? Tá? Entende?).

- Não force intimidades com o entrevistador.

- Lembre-se que o corpo fala, por isso, preste atenção à sua postura corporal.

Seja em época de escassez ou de fartura de mão de obra, é sempre um desafio contratar o profissional que mais se ajuste à vaga e ao perfil da empresa. A PERSORE possui profissionais qualificados que podem auxiliar nessa contratação, seja qual for o tamanho de sua empresa.

07
Junho
2016



Lições sobre Liderança

Por: Angelina Feltrin

Devo confessar que sou uma apaixonada por filmes, de diversos gêneros;  para mim sempre uma viagem maravilhosa a outros universos e pensamentos. Recentemente revi o filme “O Lobo de Wall Street”, longa dirigido por Martin Scorcese, lançado no Brasil em Janeiro de 2014, com atuação excepcional de Leonardo DiCaprio e várias indicações para o Oscar.

Pude então relembrar os ensinamentos sobre liderança que o filme nos traz, embora praticada para fins escusos e totalmente antiéticos. O filme é inclusive citado no livro “Os filmes que todo gerente deve ver”, de Pedro Grawunder e Marco A. Oliveira (Saraiva), destacando o tema da liderança. Recordei o quão determinante para o sucesso da equipe e da empresa é a liderança adequada! Vejamos algumas das competências do protagonista:

1 –  Oratória: a fluência verbal, o discurso vencedor e inspirador  impulsionava a equipe  para as vendas;

2 – Confiança: demonstrava confiança em seu produto e transmitia esta confiança ao cliente;

3 – Paixão: apaixonado pelo que fazia, conseguia persuadir e transmitir sua técnica à equipe. Usava sua habilidade para ensinar e treinar os funcionários a venderem;

4 – Foco: sabia muito bem onde queria chegar; tinha determinação e foco nos resultados a serem alcançados;

5 – Motivação da equipe:  inspirava a equipe a buscar sempre mais. Incitava o funcionário a acreditar que era capaz, elevava a auto estima (exaltava a ideia de transformar perdedores em profissionais de sucesso!), vendia que o sucesso da empresa era o sucesso de cada um.

6 – Equipe de trabalho: contratava pessoas por seu potencial, não por sua experiência. Formou uma equipe coesa, que acreditava e seguia os valores da empresa (embora antiéticos).

7 – Fidelidade e lealdade: fortes laços de camaradagem e parceria entre os membros da equipe;

8 – Recompensa e reconhecimento: as recompensas pelas vitórias eram constantes e significativas. Premiava para ganhar a lealdade dos colaboradores.


Trazendo  para a nossa realidade cotidiana, estas competências são fundamentais  para os resultados dos líderes, em qualquer empresa. E você?  Como está a vivência destas competências em sua atuação profissional? Quais as que são facilmente utilizadas?  Quais você deveria investir no desenvolvimento e aprimoramento? Você é realmente “apaixonado” pelo que faz?  As respostas a estas questões podem ser o “pontapé” inicial em busca de novas oportunidades em sua carreira!

E fica a sugestão de utilizar o filme como uma ferramenta para o treinamento da equipe na empresa, gerando importantes debates não apenas sobre a questão da liderança, mas também de ética e princípios, tema tão importante em nossos tempos, em nosso país!

17
Maio
2016



Estresse no Trabalho

PorAngela M. Graciano Bellatti

A palavra estresse está cada dia mais presente no vocabulário atual.

O estresse geralmente é confundido com cansaço ou com aborrecimentos com os quais todos nós temos que lidar diariamente em nosso ambiente de trabalho.

O estresse, porém, é muito mais abrangente. Ele surge quando as pressões ultrapassam o limite que a pessoa é capaz de suportar. Ele pode evoluir para quadros de ansiedade, síndrome do pânico, depressão, transtorno obsessivo compulsivo, pressão alta, enxaqueca, entre outros.

No ambiente organizacional podemos citar alguns acontecimentos que podem levar ao estresse: excesso de trabalho, pressões (por prazos, metas, qualidade, etc), ambiente de trabalho inadequado, gestor despreparado, competitividade excessiva, falta de reconhecimento, incertezas sobre os rumos da empresa, desencontro de informações e muitos outros. O que leva ao estresse não é o acontecimento em si, mas a forma como a pessoa lida com aquele acontecimento.  O que determinao quanto uma pessoa irá se estressar é a própria fragilidade emocional de cada um associada à sua história de vida.

Sabendo que o ser humano é indivisível, não podemos deixar de levar em conta os problemas pessoais que afligem a pessoa e que se somam aos problemas encontrados no ambiente organizacional e que podem contribuir de maneira decisiva para a instalação do estresse na vida dessa pessoa.


Algumas Dicas para Driblar o Estresse

·        Goste do que faz

·        Respeite seus próprios limites

·        Aprenda a dizer não quando necessário

·        Estabeleça prioridades

·        Não tenha medo de expor suas idéias

·        Fale do que o incomoda (com respeito)

·        Cultive relacionamentos

·        Diante das situações difíceis, respire fundo

·        Exercite-se

02
Maio
2016



O que é e para que serve a Empatia?

PorAngela M. Graciano Bellatti


A empatia é a capacidade de conseguir colocar-se no lugar do outro, de compreender emocionalmente a outra pessoa, de sentir e compartilhar a emoção que o outro sente.

Todos nós sentimos naturalmente empatia? Nem sempre. Porém, por ser uma qualidade do ser humano ligada à inteligência emocional, ela pode ser desenvolvida.

E como desenvolver a empatia?

Para desenvolver a empatia você precisa fazer uma viagem para fora de si mesmo, precisa procurar enxergar as situações de vida da outra pessoa, sob o ponto de vista dela própria, procurando ao mesmo tempo manter-se isento de seus pontos de vista individuais sem fazer uso de julgamentos. Apenas compartilhar da dor ou da alegria que o outro sente.

Sentir empatia não é ouvir sobre uma dificuldade do outro e tentar mostrar o lado bom daquilo. Raramente uma resposta (mesmo que seja positiva) fará o outro sentir-se melhor. O

que o fará sentir-se melhor, é a conexão que você estabelecerá com ele e com os seus sentimentos, sejam eles bons ou ruins.

Sentir empatia é aprender com a experiência de outras pessoas, é reconhecer que não existe apenas uma verdade, é reconhecer que existem várias respostas para a mesma pergunta. O outro pode pensar e sentir diferentemente de você e nem por isso estar errado.

A empatia é uma ferramenta valiosíssima para quem ocupa cargos de liderança. Ter um olhar empático levará o líder a fazer uma gestão de pessoas mais humanizada e a obter mais sucesso junto à sua equipe.

Procure colocar a empatia no seu dia a dia, nos seus relacionamentos familiares, nos seus relacionamentos profissionais e veja a diferença que ela pode fazer em sua vida e na vida das pessoas que estão à sua volta.

A PERSORE possui profissionais capacitados para ajudá-lo a desenvolver e treinar suas habilidades, seja através da consultoria organizacional, coaching ou atendimento individualizado.

 

 

12
Abril
2016



O Papel do Psicólogo nas Organizações

por: Ana Beatriz Casteleti Santos Custódio

O psicólogo nas organizações, não significa somente psicólogo na empresa, organização vai além: empresas, ONGs, instituições, governo, ou seja, onde exista um grupo de pessoas, que se unem para um objetivo comum. “Sendo a psicologia uma ciência que trata dos estados e processos mentais, comportamento humano, capacidade inata ou aprendida para lidar com outras pessoas levando em conta suas características psicológicas, dentre outros...”o papel do psicólogo nas organizações é o de um profissional que desenvolve estratégias para melhorar o ambiente de trabalho, em geral contribuindocom a estruturação e/ou reestruturação da empresa como um todo: desde o número de funcionários, seleção e desligamento, até a faixa salarial de cada um deles. Cabe ao psicólogo organizacional entender os fenômenos relacionados à vida do sujeito, seu contexto e a relação com a organização.

O desempenho do colaborador em uma organização, vai de encontro com as suas experiências cotidianas e a forma como lida com suas experiências de vida, por isso, é importante que o estado emocional do individuo esteja saudável, para que ele consiga motivar-se e desempenhar seu papel com excelência dentro da proposta pré-determinada pela organização.

Qualidade, lucratividade e produtividade vêm do capital humano da empresa, então, cuide dele!!!

16
Março
2016



O Mercado de Trabalho para Quem Passou dos Cinquenta

  

PorAngela M. Graciano Bellatti

Se a vida está difícil para quem é jovem, cheio de diplomas e com vários idiomas fluentes, imagina para quem passou dos cinquenta, não tem qualificação e mal fala o português...?

Esse é o discurso típico que mais se propaga no mercado, e não é de hoje. Certamente muitos que estão se aproximando dos cinquenta, escutam isso desde quando eram estagiários. Mas o quanto de verdade existe nessa expressão?

O problema não está na idade e sim na falta do conhecimento que se tem. Isso vale tanto para um garoto que busca seu primeiro emprego e não concluiu o ensino fundamental, quanto para uma pessoa com mais idade.  Conseguir uma recolocação sem conhecimento acadêmico é uma missão quase impossível.

Podemos representar o mercado de trabalho como um funil, quanto mais alta é a posição menor é a quantidade de vagas e conseqüentemente maior é a disputa por elas. Se o mercado de trabalho não cresce, menor fica o tamanho do funil e consequentemente menor a quantidade de oportunidades. Para piorar a situação, a quantidade de novos profissionais “despejados” todos os anos no mercado não para de crescer.

A escolha das empresas por um profissional mais jovem para as posições superiores em detrimento aos candidatos mais experientes está ligada a quanto o profissional mais experiente está disposto a se atualizar e o quanto ele ficou ou não estagnado em seu conhecimento e motivação, sem contar com a rede de relacionamentos e sucessos que obteve em sua jornada profissional.

Podemos concluir que a (quase) impossibilidade de emprego para o profissional que está próximo ou que passou dos cinqüenta anos não está diretamente ligado a idade, e sim ao quanto esse profissional se mantém atualizado e galgou posições dentro desse concorrido mercado de trabalho.


É fundamental se reinventar e adquirir novos conhecimentos todos os dias.

11
Março
2016



Como Estar Preparado Para o Mercado de Trabalho

Por: Angelina Feltrin

Em um cenário de economia em crise  e  mercado de trabalho retraído, muitos profissionais se preocupam com os cortes de custos e de vagas nas empresas. Mas algumas atitudes podem ajudar a se manter no emprego ou mesmo ter um diferencial na busca de uma nova oportunidade, em caso de demissão. Vejamos algumas dicas relevantes:

Não há dúvida que esses são tempos de desafios, porém, precisamos decidir que atitude teremos frente a eles. Podemos enfiar a cabeça no buraco como um avestruz ou enfrentar a realidade com esperança e otimismo, para encontrar soluções inovadoras e visualizar um novo horizonte.

É possível fazer da crise uma grande oportunidade de crescimento e melhoria, tanto profissional como pessoal. O coaching de carreira é uma excelente sugestão de apoio e ajuda em busca deste crescimento e há no mercado, profissionais experientes para esta demanda! Informe-se!

19
Fevereiro
2016



Qualidade de Vida no Trabalho

PorAngela M. Graciano Bellatti

5 dicas de melhorias

Precisamos deixar de lado aquela idéia de que o homem trabalha tão somente para a obtenção do salário. A grande maioria dos profissionais se aborrece com a falta de crescimento profissional, com o descaso de seus gestores que apenas lhe cobram as tarefas, que lhe negam o acesso a informações ou o tratam apenas como uma peça a mais no processo de produção.

Mas a satisfação no trabalho não deve estar isolada da vida do indivíduo. É necessário lembrarmos que o homem é um ser integrado e indivisível, com direito a todos os sonhos de auto-estima e auto-realização, tanto na vida social quanto na vida profissional.

A qualidade de vida no trabalho envolve PESSOAS X TRABALHO X ORGANIZAÇÕES, onde podemos destacar dois aspectos principais: a preocupação com o bem-estar do trabalhador e com a eficácia organizacional e a participação dos trabalhadores nas decisões e problemas do trabalho.

As organizações investem cada dia mais em ambientes de trabalho humanizados e acolhedores e no cuidado com a gestão de seus colaboradores, em contrapartida, o colaborador deve procurar desenvolver suas competências de forma a atender às necessidades corporativas.

Seguem algumas dicas para a melhoria da qualidade de vida no trabalho:

1- Foco: Um profissional focado e comprometido com seu trabalho sofre menos interferências negativas.

2- Fofocas: Afaste-se das fofocas  e procure eliminar esta conduta do seu dia a dia. Conversas fúteis sobre a vida dos colegas e superiores só alimentam um ambiente hostil.

3- Aprenda a trabalhar em equipe: Esta é uma das principais habilidades exigidas pelas empresas. Colabore com seus colegas e aprenda com eles também.

4- Cumpra prazos e horários: Atender suas demandas com qualidade e cumprir prazos e horários evita estresses e que seu desempenho seja questionado.

5- Cultive bons relacionamentos: Mantenha boas relações interpessoais com seus colegas e superiores. Isso torna o ambiente melhor e mais favorável.

29
Janeiro
2016



Pesquisa de Clima Organizacional (PCO)

por: Ana Beatriz Casteleti Santos Custódio

Toda organização tem por objetivo permanente manter-se competitiva no mercado de trabalho, com metas alcançadas e bons resultados. Para isso, é necessário que os colaboradores estejam motivados, comprometidos e se sentindo parte integrante da mesma.

A Pesquisa e Diagnóstico de Clima Organizacional (PCO) é uma das ferramentas mais importante para a empresa que aplica a gestão participativa do fator humano, permitindo aos colaboradores expressarem suas opiniões sinceras, contribuindo para a melhoria geral do ambiente de trabalho.

Esta ferramenta consiste em um questionário com resultados quantitativo e qualitativo, elaborado por um profissional especializado, podendo ser um psicólogo, o qual deve trabalhar em conjunto com a diretoria da empresa. Pode ser aplicado grupal ou individualmente, porém, sempre com muito cuidado para que sigilo seja mantido. O resultado possibilita mensurar direta e indiretamente fatores que influenciam comportamentos, processos e a motivação no ambiente de trabalho, através de gráficos e relatórios quantitativos e qualitativos, elaborados após a análise dos questionários aplicados. O resultado final da Pesquisa e Diagnóstico de Clima Organizacional consiste em um material frente ao qual a diretoria da empresa encontra um panorama geral sobre a motivação e necessidades dos colaboradores, pontos positivos, pontos negativos em relação ao ambiente de trabalho, qualidade do trabalho, liderança, dentre outros aspectos relevantes. Diante dessas necessidades, é importante promover as mudanças necessárias e essenciais ao equilíbrio do grupo, e que impacta diretamente da produtividade e sucesso dessa organização. Vencendo resistências para essas implementações, conseguirá através de intervenções e monitoramentos precisos, reestabelecer o equilibro entre a realização profissional do colaborador e o seu desempenho organizacional. Enfim, todos saem ganhando.....

08
Janeiro
2016



A Importância do Treinamento nas Organizações

PorAngela M. Graciano Bellatti

O treinamento nas organizações propicia a capacitação de gestores e colaboradores, desenvolvendo as habilidades individuais e/ou grupais necessárias ao bom desempenho de suas funções. Dessa forma, ele deve ser considerado como um investimento e nunca como despesa ou custo.

No Treinamento Técnico-Operacional promove-se a capacitação das habilidades necessárias para o desempenho do cargo ou função.  Desenvolvem-se habilidades operacionais, como por exemplo, operar com excelência uma máquina ou equipamento.

No Treinamento Comportamental aprimoram-se as competências humanas, as  quais resultarão na melhora do relacionamento intra e interpessoal.  Ele possibilita melhorar o desempenho da liderança e da organização. Os colaboradores ganham mais confiança para suas relações do dia a dia no trabalho e podem (e devem) levar essas habilidades para sua vida pessoal, tornando-se pessoas melhores.

Os treinamentos comportamentais ajudam a construir um clima organizacional saudável, frente ao qual todo colaborador gostaria e deseja pertencer. Uma empresa com colaboradores bem treinados e um clima saudável caminha a passos largos para aumentar sua PRODUTIVIDADE,  transformando-se num pólo de retenção e desenvolvimento de pessoas com talento, impactando positivamente na imagem institucional da empresa.

A PERSORE oferece treinamentos personalizados e focados nas reais necessidades de cada equipe ou de cada profissional, fazendo o investimento valer à pena. 

Alguns Tipos de Treinamento:                   

·         Autoconhecimento

·         Comunicação

·         Trabalho em Equipe

·         Feedback

·         Coaching

·         Planejamento

·         Motivação

·         Tipos de Liderança

·         Etiqueta Empresarial

·         A Excelência no Atendimento ao Cliente

·         Como Ensinar/Treinar uma Nova Atividade

·         Análise do Problema e Tomada de Decisão

11
Dezembro
2015



A importância de saber ouvir um feedback

Por: Regina Célia de Araujo Garcia

Quando falamos em comunicação e na importância de ouvir, muitos pensam: - "Para que isso? É só ouvir!" Pode parecer fácil, mas não damos a devida importância ao assunto. Nem sempre recebemos o que vem do outro de maneira adequada. Em geral, desejamos que nossas opiniões sejam aceitas pelo outro, e sofremos quando não somos entendidos. Quando recebemos críticas diferentes de nossas opiniões, algumas atitudes podem comprometer o entendimento entre duas pessoas e terminar em um grande transtorno.

No ambiente de trabalho, muitos líderes são treinados a dar feedback. Dar um feedback é muito importante. É uma ferramenta essencial de comunicação, sendo utilizado para comentar, informar à outra pessoa sobre a percepção em relação a uma ação executada, postura ou desempenho. O feedback mensura sobre uma tarefa específica ou problema de relacionamento, podendo ser positivo ou construtivo. Quando bem realizado, o feedback auxilia quem recebe a informação à manter ou buscar melhorias, soluções e ações adequadas ao desenvolvimento pessoal e profissional.

Porém, aquele que o recebe precisa estar realmente interessado em ouvir. Se o feedback for positivo, é fácil. No entanto, o grande desafio é receber um comentário negativo, diferente ao que se pensava, até então, estar realizando bem. Nessa hora, é muito comum as pessoas ficarem abaladas, e tomadas por uma grande carga emocional negativa. Podem sentir-se ofendidas, o que geralmente desencadeia mecanismos de defesa. Por isso, algumas atitudes como acusações, negação, exaltação, lágrimas, e sentimento de incompetência ou injustiça aparecem com frequência.

A solução é passarmos a enxergar o feedback como algo construtivo, que nos ajuda a enxergarmos como podemos melhorar e amadurecer. Se a pessoa que lhe dá o feedback está investindo tempo e pensamento na crítica, é sinal de que se preocupa com o ouvinte e quer ajudá-lo. Isso pode ser o sinal que precisávamos para pararmos um momento, refletirmos e nos autoavaliarmos.

"Nós não somos medidos por somente aquilo que somos, mas também pela percepção que as pessoas têm sobre nós”.

(Autor desconhecido).

04
Dezembro
2015





CATEGORIAS

•  Avaliação Psicológica
•  Coaching
•  Orientação Profissional
•  Outros
•  Psicologia
•  Recursos Humanos

ARQUIVOS

• 2017
   - Mai  

• 2016
   - Out  
   - Set  
   - Ago  
   - Jul  
   - Jun  
   - Mai  
   - Abr  
   - Mar  
   - Fev  
   - Jan  

• 2015
   - Dez  
   - Nov  

TAGS

AUTOIMAGEM; Capacitação; Características; Caráter; Ciência; Coaching; Comunicação; Consultoria ; Consultoria Recursos Humanos; Desenvolvimento; Desenvolvimento de Pessoas; Escrita; EXPECTATIVAS; Feedback; Grafia; Grafologia; Grafonômica; Inteligência; Organização; Originalidade; PCO; Percepção; Percepçãoo ; Personalidade; PERSORE; PERSORE - Desenvolvimento de Pessoas; Pesquisa; Pesquisa de Clima Organizacional ; Planejamento; Psicóloga; Psicologia; Recrutamento e Seleção; Recursos Humanos; RELACIONAMENTO; RH; Símbolos Gráficos; Seleção de Profissionais; Temperamento; Treinamento;


© 2015 | Persore - Todos os direitos reservados. - Desenvolvido por: Aumai Oxycom
(19) 3407.2379 | 9 9783.1818
Av. Nossa Senhora de Fátima, 2790 - Salão 20
Condomínio Machadinho - Americana|SP
CEP 13478-540