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Resiliência

por: Ana Beatriz Casteleti Santos Custódio

A palavra Resiliência em sua essência vem do Latim “Resiliens”, que significa voltar atrás, voltar ao estado normal.

Em física, simplificadamente, resiliência se refere à capacidade que um material tem de suportar grandes impactos de temperatura, pressão, etc, se deformar ao extremo, mas pouco a pouco se recuperar e voltar à sua forma anterior.

Na psicologia, resiliência é um conceito emprestado da física, definido como a capacidade de um individuo de lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressões de situações diversas, sem entrar em surto psicológico.

É a capacidade de “deformar-se” e voltar a ser o que era anteriormente ou modificar-se e continuar reconstruindo-se e refazendo-se; sobrevivendo aos traumas da “deformação”, superando tanto fisicamente como emocionalmente. Isso é possível quando a pessoa tem um “olhar positivo” diante da situação – problema; tem recurso e capacidade para “olhar o lado bom da situação” e tentar aprender e crescer através dela, sem danos psicológicos significativos ou permanentes. É ir além... é usar esse “lado bom” para mudar, reinventar e ser ainda melhor!

A resiliência pode ou não ocorrer em diferentes âmbitos e momentos da vida do ser humano. Por exemplo, o indivíduo pode lidar perfeitamente com uma situação amorosa adversa e não conseguir o mesmo desempenho quando se trata de uma dificuldade profissional. Pode também, em outro momento da vida, lidar diferentemente com as duas situações.

No que se refere a vida profissional, a resiliência se mostra quando, mesmo diante da pressão, tensão, desafios, mercado competitivo, dentre outras adversidades, o indivíduo se impulsiona e usa as dificuldades como alavanca para a motivação e crescimento, vencendo e superando os desafios, ao invés de se tornarem obstáculos a ele. Enfim, a resiliência demonstra se o indivíduo sabe ou não “funcionar” bem sob pressão.

02
Agosto
2016



Aspectos do Estresse

Por: Regina Célia de Araujo Garcia

As exigências cada vez maiores do dia a dia, os conflitos cada vez mais frequentes, as dificuldades em administrar o tempo, e a quantidade de desafios cotidianos costumam entrar em choque com o nosso limite. Esses fatores, juntos, podem culminar no surgimento do estresse.

O estresse é um mecanismo de defesa natural do corpo e, quando controlado, não interfere demasiadamente na vida de uma pessoa, e é considerado até mesmo saudável. Porém, muitas vezes, esse estresse transforma-se gradualmente em algo que pode prejudicar a saúde e as relações sociais, já que impacta significativamente em aspectos físicos e psicológicos, causando inúmeras doenças, e também afetando as relações com a família, amigos, colegas, e até na capacidade de lidar com o trabalho. O estado de desânimo, esgotamento e pessimismo começa a interferir de tal forma, de modo que muitos indivíduos passam a acreditar que o trabalho, que já foi motivo de alegria, não traz recompensas. Neste momento, os pensamentos tomam dimensões grandiosas, com ideias de mudanças de que o trabalho e outras situações que não se consegue lidar, se alteradas, seja o melhor caminho.

Profissionais de qualquer área estão sujeitos aos efeitos do estresse, mesmo aqueles que não precisam lidar com um alto grau de pressão ou responsabilidade no cotidiano de seu trabalho. Os sintomas deste mal não se manifestam instantaneamente, e por isso às vezes pode ser difícil de identificar. Ao contrário, aparecem de forma bastante gradual.

Muitos pesquisadores, como Herbert Freudenberger, realizaram estudos sobre o estresse para identificar o seu dinamismo, e apontam alguns componentes desse processo de esgotamento:

×          Necessidade de se afirmar;

×          Dedicação intensificada;

×          Descaso com as próprias necessidades;

×          Choque de conflitos;

×          Negação dos problemas;

×          Recolhimento;

×          Mudanças bruscas de comportamento;

×          Vazio interior, sensação de impotência;

×          Depressão;

×          Esgotamento.


Esses últimos citados são os mais preocupantes à saúde mental de uma pessoa, e são estágios em que se deve procurar ajuda profissional o mais rápido possível. A síndrome do esgotamento profissional, por exemplo, corresponde a um colapso total do físico e do psíquico, em que geralmente ocorrem pensamentos de suicídio e crises depressivas.

Mesmo com as exigências que a sociedade moderna faz sobre velocidade e o ritmo de produtividade, é necessário nos conhecermos e sabermos claramente quais são os nossos limites físicos e psíquicos. Cuidemos de nossa saúde!

 

Referências:

Leiter, Michael P.; Maslach, Christina. No limite do estresse. Revista Mente Cérebro, edição especial, no. 53, Jan/2016.

Em: http://www.sermelhor.com/trabalho/as-fases-do-esgotamento-pelo-stress-no-trabalho.html. Acesso em 17/maio/2013.

22
Janeiro
2016





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