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Janeiro
 29
2016









Qualidade de Vida no Trabalho

PorAngela M. Graciano Bellatti

5 dicas de melhorias

Precisamos deixar de lado aquela idéia de que o homem trabalha tão somente para a obtenção do salário. A grande maioria dos profissionais se aborrece com a falta de crescimento profissional, com o descaso de seus gestores que apenas lhe cobram as tarefas, que lhe negam o acesso a informações ou o tratam apenas como uma peça a mais no processo de produção.

Mas a satisfação no trabalho não deve estar isolada da vida do indivíduo. É necessário lembrarmos que o homem é um ser integrado e indivisível, com direito a todos os sonhos de auto-estima e auto-realização, tanto na vida social quanto na vida profissional.

A qualidade de vida no trabalho envolve PESSOAS X TRABALHO X ORGANIZAÇÕES, onde podemos destacar dois aspectos principais: a preocupação com o bem-estar do trabalhador e com a eficácia organizacional e a participação dos trabalhadores nas decisões e problemas do trabalho.

As organizações investem cada dia mais em ambientes de trabalho humanizados e acolhedores e no cuidado com a gestão de seus colaboradores, em contrapartida, o colaborador deve procurar desenvolver suas competências de forma a atender às necessidades corporativas.

Seguem algumas dicas para a melhoria da qualidade de vida no trabalho:

1- Foco: Um profissional focado e comprometido com seu trabalho sofre menos interferências negativas.

2- Fofocas: Afaste-se das fofocas  e procure eliminar esta conduta do seu dia a dia. Conversas fúteis sobre a vida dos colegas e superiores só alimentam um ambiente hostil.

3- Aprenda a trabalhar em equipe: Esta é uma das principais habilidades exigidas pelas empresas. Colabore com seus colegas e aprenda com eles também.

4- Cumpra prazos e horários: Atender suas demandas com qualidade e cumprir prazos e horários evita estresses e que seu desempenho seja questionado.

5- Cultive bons relacionamentos: Mantenha boas relações interpessoais com seus colegas e superiores. Isso torna o ambiente melhor e mais favorável.







Janeiro
 22
2016









Aspectos do Estresse

Por: Regina Célia de Araujo Garcia

As exigências cada vez maiores do dia a dia, os conflitos cada vez mais frequentes, as dificuldades em administrar o tempo, e a quantidade de desafios cotidianos costumam entrar em choque com o nosso limite. Esses fatores, juntos, podem culminar no surgimento do estresse.

O estresse é um mecanismo de defesa natural do corpo e, quando controlado, não interfere demasiadamente na vida de uma pessoa, e é considerado até mesmo saudável. Porém, muitas vezes, esse estresse transforma-se gradualmente em algo que pode prejudicar a saúde e as relações sociais, já que impacta significativamente em aspectos físicos e psicológicos, causando inúmeras doenças, e também afetando as relações com a família, amigos, colegas, e até na capacidade de lidar com o trabalho. O estado de desânimo, esgotamento e pessimismo começa a interferir de tal forma, de modo que muitos indivíduos passam a acreditar que o trabalho, que já foi motivo de alegria, não traz recompensas. Neste momento, os pensamentos tomam dimensões grandiosas, com ideias de mudanças de que o trabalho e outras situações que não se consegue lidar, se alteradas, seja o melhor caminho.

Profissionais de qualquer área estão sujeitos aos efeitos do estresse, mesmo aqueles que não precisam lidar com um alto grau de pressão ou responsabilidade no cotidiano de seu trabalho. Os sintomas deste mal não se manifestam instantaneamente, e por isso às vezes pode ser difícil de identificar. Ao contrário, aparecem de forma bastante gradual.

Muitos pesquisadores, como Herbert Freudenberger, realizaram estudos sobre o estresse para identificar o seu dinamismo, e apontam alguns componentes desse processo de esgotamento:

×          Necessidade de se afirmar;

×          Dedicação intensificada;

×          Descaso com as próprias necessidades;

×          Choque de conflitos;

×          Negação dos problemas;

×          Recolhimento;

×          Mudanças bruscas de comportamento;

×          Vazio interior, sensação de impotência;

×          Depressão;

×          Esgotamento.


Esses últimos citados são os mais preocupantes à saúde mental de uma pessoa, e são estágios em que se deve procurar ajuda profissional o mais rápido possível. A síndrome do esgotamento profissional, por exemplo, corresponde a um colapso total do físico e do psíquico, em que geralmente ocorrem pensamentos de suicídio e crises depressivas.

Mesmo com as exigências que a sociedade moderna faz sobre velocidade e o ritmo de produtividade, é necessário nos conhecermos e sabermos claramente quais são os nossos limites físicos e psíquicos. Cuidemos de nossa saúde!

 

Referências:

Leiter, Michael P.; Maslach, Christina. No limite do estresse. Revista Mente Cérebro, edição especial, no. 53, Jan/2016.

Em: http://www.sermelhor.com/trabalho/as-fases-do-esgotamento-pelo-stress-no-trabalho.html. Acesso em 17/maio/2013.







Janeiro
 15
2016









Considerações sobre a prática de Coaching.

Por: Angelina Feltrin

Sullivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, na qual a PERSORE é credenciada, define “Coaching” como “um processo com foco 100% em solução, visando apoiar a pessoa que busca um desenvolvimento, seja pessoal ou profissional”.

A minha vivência como Coach nas organizações, conduzindo o processo de Coaching com indivíduos cujo resultado esperado é claramente definido, tem demonstrado que este processo é muito eficiente, “100% solução”. Porém, desde que haja no Coachee, o real desejo de alcançar estes resultados, que evidentemente lhe trará benefícios de curto ou médio prazo.

É essencial que haja uma motivação interna, que o individuo queira obter estes resultados. É esta motivação interna que permite que o processo caminhe com eficácia. Assim, utilizando as técnicas e ferramentas adequadas, conduzimos a pessoa ao conhecimento de seus recursos e ao desenvolvimento de suas habilidades, a fim de que “destrave” o seu potencial, maximize o desempenho e alcance os resultados desejados.

A aprendizagem que o Coaching proporciona à pessoa então é muito motivadora. Digo mais: - É transformadora! O feedback que recebe, seja dos colegas ou de seus superiores em relação ao seu desempenho e sua mudança estimula ainda mais a pessoa a buscar os resultados. E eles são surpreendentes!

Há alguns casos, porém, em que o desejo interno do Coachee não é necessariamente aquele esperado pela organização, seja porque há outras prioridades na vida do individuo, seja porque não compartilha com o que esperam de seu desempenho, seja porque há questões emocionais que impedem o “destravamento” da pessoa. Nesses casos, os resultados quase não são percebidos e o processo se torna “morno”. A minha percepção, como Coach, é a de que ele participa do processo para “atender ao chefe”, mas logo volta ao padrão de desempenho anterior. Não há transformação! O Coaching torna-se superficial, apenas com a utilização das ferramentas que dispõe.

Considero muito importante então que tudo isso seja esclarecido tanto para a direção da empresa, como para a liderança e para o próprio individuo. É necessária essa transparência, uma vez que em alguns casos a técnica poderá ser em vão. Tal como participar do curso de Coaching, conhecer práticas e ferramentas, mas não vivenciar o processo....

Mas este é assunto para um outro pensar....







Janeiro
 08
2016









Pesquisa de Clima Organizacional (PCO)

por: Ana Beatriz Casteleti Santos Custódio

Toda organização tem por objetivo permanente manter-se competitiva no mercado de trabalho, com metas alcançadas e bons resultados. Para isso, é necessário que os colaboradores estejam motivados, comprometidos e se sentindo parte integrante da mesma.

A Pesquisa e Diagnóstico de Clima Organizacional (PCO) é uma das ferramentas mais importante para a empresa que aplica a gestão participativa do fator humano, permitindo aos colaboradores expressarem suas opiniões sinceras, contribuindo para a melhoria geral do ambiente de trabalho.

Esta ferramenta consiste em um questionário com resultados quantitativo e qualitativo, elaborado por um profissional especializado, podendo ser um psicólogo, o qual deve trabalhar em conjunto com a diretoria da empresa. Pode ser aplicado grupal ou individualmente, porém, sempre com muito cuidado para que sigilo seja mantido. O resultado possibilita mensurar direta e indiretamente fatores que influenciam comportamentos, processos e a motivação no ambiente de trabalho, através de gráficos e relatórios quantitativos e qualitativos, elaborados após a análise dos questionários aplicados. O resultado final da Pesquisa e Diagnóstico de Clima Organizacional consiste em um material frente ao qual a diretoria da empresa encontra um panorama geral sobre a motivação e necessidades dos colaboradores, pontos positivos, pontos negativos em relação ao ambiente de trabalho, qualidade do trabalho, liderança, dentre outros aspectos relevantes. Diante dessas necessidades, é importante promover as mudanças necessárias e essenciais ao equilíbrio do grupo, e que impacta diretamente da produtividade e sucesso dessa organização. Vencendo resistências para essas implementações, conseguirá através de intervenções e monitoramentos precisos, reestabelecer o equilibro entre a realização profissional do colaborador e o seu desempenho organizacional. Enfim, todos saem ganhando.....







 


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