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Agosto
 30
2016









Mudanças

“As empresas que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes e sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças. ” 

(Adaptação da frase original de Charles Darwin: As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes, e sim aquelas que se adaptam melhor as mudanças)


por: Fernando Nardo

Em inúmeros eventos presenciais sobre “Gestão de Mudanças” que tenho conduzido, solicito aos presentes que, baseado em sua experiência e conhecimento, avaliem a adequação da frase adaptada no início desse  texto em relação à realidade empresarial. A maioria quase absoluta dos participantes entende como muito adequadas às organizações. 

A capacidade de adaptação das empresas está associada a sua habilidade em promover efetivamente as mudanças necessárias, sejam elas em relação à estratégia, objetivos, processos, comportamentos, entre outras dimensões. Ressaltamos que, seja qual for a mudança, esta será executada e vivenciada por pessoas. Pessoas com suas histórias de vida, experiência profissional, formação, sentimentos e expectativas.

Mudança nas organizações transcendem disciplinas específicas como gestão de projetos, processos, gestão de pessoas. Fazer gestão de mudanças demanda capacidade de integrar inúmeras disciplinas e conhecimentos, além dos citados.

Um exemplo que contribui para ilustrar o assunto em questão é o filme “Moneyball – O homem que mudou o jogo” (Sonny Pictures). Pressão por resultados, orçamento restrito, paradigmas, são enfrentados por Billy Beane (Brad Pitt), gerente geral do time Oakland A's e o responsável pela montagem da equipe.

Gostou? Tem interesse sobre Gestão de Mudanças? Venha conhecer a área de Gestão da Persore







Agosto
 23
2016









CHEFE OU LÍDER?

PorAngela M. Graciano Bellatti

Existem diversas formas de nomear quem comanda dentro de uma empresa. Chefe, líder, supervisor, encarregado, entre outros.

Por muito tempo o conceito de liderança baseou-se na idéia de que o líder era alguém possuidor de certas características inatas que o tornavam mais apto a conduzir os demais na execução das tarefas e aos demais cabia o papel de seguidores. O chefe, por sua vez, além do conhecimento técnico diferenciado, tinha responsabilidade de ditar as regras e de controlar.

Hoje, a liderança está ligada à pessoa que consegue delegar tarefas, estimular pessoas e motivar a equipe, fazendo com que a mesma alcance os objetivos em prol da organização, o que vai gerar consequentemente, um bom clima no ambiente corporativo. O líder delega autoridade sem abrir mão da responsabilidade; sabe ouvir, reconhece os seus erros; inova, motiva e aconselha. Toma decisões rápidas quando necessário, cobra resultados com base em critérios pré-determinados. Jamais “rouba” as idéias do colaborador, mas as apresenta como obra de seu departamento, dando crédito a quem é de direito.

O líder contrata e promove profissionais que sabem mais do que ele e está sempre disposto a aprender. Estimula o trabalho em equipe. Mas acima de tudo, o líder gera respeito e resultados.

Cada dia mais se espera que as pessoas que estão à frente no ambiente corporativo sejam líderes. E para liderar, é necessário acima de tudo, conhecer a si mesmo. Conhecer as qualidades, habilidades e as deficiências e fraquezas.

É possível buscar qualificação para a liderança? Com toda certeza! Como? Buscando conhecimentos, participando de treinamentos, submetendo-se ao processo de coaching, buscando competências comportamentais fundamentais para a liderança.

A PERSORE pode ajudar sua empresa a descobrir e desenvolver as lideranças existentes seja através de treinamentos ou do processo de coaching. Conte a gente!







Agosto
 09
2016









Reflexões sobre o envelhecimento

Por: Angelina Feltrin

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o número de pessoas com mais de 60 anos no Brasil deverá crescer mais rápido do que a média internacional. A porcentagem atual de 12,5% de idosos deve alcançar os 30% até a metade do século. A população brasileira está envelhecendo, trazendo consigo importantes transformações na sociedade. Consideremos por exemplo, a necessidade da reformulação da Previdência Social, tão divulgada pela mídia recente.

Em diversos campos profissionais este é um tema em discussão, entre eles, o da psicologia. Embora o envelhecimento seja um processo inexorável e irreversível, nem sempre estamos preparados para enfrentar as mudanças que nos acarreta.Além das questões físicas e emocionais do individuo, encontra-se inserido em uma sociedade capitalista, que pouco valoriza o conhecimento e experiência adquiridos ao longo da vida. É o velho, não o sábio! A velocidade das mudanças, o volume de informações disponíveis e todo aparato tecnológico podem dificultar ainda mais estas transformações.

Judith Viorst em seu livro “Perdas Necessárias” destaca que“o trabalho é o esteio de nossa identidade, a âncora do eu social e privado, define esse eu para si mesmo e para o mundo. Se não tivermos um local de trabalho, um círculo de colegas para manter contato, uma tarefa para confirmar nossa competência, um salário que determine o valor dessa competência, uma descrição profissional que é como uma mensagem taquigráfica que informa aos estranhos quem somos, pode acontecer de passarmos a perguntar, no momento de nos aposentarmos: “Quem sou eu?”.

“Privado de sua definição profissional e da justificativa social, o aposentado geralmente perde status e auto estima. O fim do trabalho é um exilio, se não houver nada para absorver os interesses e as energias da pessoa. E os velhos vivem em uma sociedade onde geralmente não existe nada disso”.

Nessa linha de pensamento, a aposentadoria não é observada como direito conquistado e sim como o momento da mudança de papel social – quase sempre estigmatizado. Os idosos, no Brasil, vivem com frequência angustiados com a desvalorização das aposentadorias e pensões – pela questão econômica em si, mas sobretudo em decorrência da perda de valor social.

Assim, nas organizações, abre-se um novo espaço de atuação para os profissionais de Recursos Humanos, com trabalhos voltados à preparação para a aposentadoria, para aqueles colaboradores em idade de aposentar-se. Um dos exemplos é o“Aposenta – Ação: Programa de preparação para a Aposentadoria” (Dulce Helena Penna Soares, Aline Bogoni Costa, Alexandre Matos Rosa, Maria Lúcia S. de Oliveira).

Penso que projetoscom o objetivo de apoiar aqueles que brevemente deixarão o mercado de trabalho serão essenciais, considerando o envelhecimento dos colaboradores e humanizando as relações pessoais e profissionais.

É importante estar preparado para isso. A Persore, com sua equipe de profissionais, poderá apoiá-lo no desenvolvimento e realização deste projeto. Fale com a gente!







Agosto
 02
2016









Resiliência

por: Ana Beatriz Casteleti Santos Custódio

A palavra Resiliência em sua essência vem do Latim “Resiliens”, que significa voltar atrás, voltar ao estado normal.

Em física, simplificadamente, resiliência se refere à capacidade que um material tem de suportar grandes impactos de temperatura, pressão, etc, se deformar ao extremo, mas pouco a pouco se recuperar e voltar à sua forma anterior.

Na psicologia, resiliência é um conceito emprestado da física, definido como a capacidade de um individuo de lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressões de situações diversas, sem entrar em surto psicológico.

É a capacidade de “deformar-se” e voltar a ser o que era anteriormente ou modificar-se e continuar reconstruindo-se e refazendo-se; sobrevivendo aos traumas da “deformação”, superando tanto fisicamente como emocionalmente. Isso é possível quando a pessoa tem um “olhar positivo” diante da situação – problema; tem recurso e capacidade para “olhar o lado bom da situação” e tentar aprender e crescer através dela, sem danos psicológicos significativos ou permanentes. É ir além... é usar esse “lado bom” para mudar, reinventar e ser ainda melhor!

A resiliência pode ou não ocorrer em diferentes âmbitos e momentos da vida do ser humano. Por exemplo, o indivíduo pode lidar perfeitamente com uma situação amorosa adversa e não conseguir o mesmo desempenho quando se trata de uma dificuldade profissional. Pode também, em outro momento da vida, lidar diferentemente com as duas situações.

No que se refere a vida profissional, a resiliência se mostra quando, mesmo diante da pressão, tensão, desafios, mercado competitivo, dentre outras adversidades, o indivíduo se impulsiona e usa as dificuldades como alavanca para a motivação e crescimento, vencendo e superando os desafios, ao invés de se tornarem obstáculos a ele. Enfim, a resiliência demonstra se o indivíduo sabe ou não “funcionar” bem sob pressão.







 


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