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Janeiro
 22
2016









Aspectos do Estresse

Por: Regina Célia de Araujo Garcia

As exigências cada vez maiores do dia a dia, os conflitos cada vez mais frequentes, as dificuldades em administrar o tempo, e a quantidade de desafios cotidianos costumam entrar em choque com o nosso limite. Esses fatores, juntos, podem culminar no surgimento do estresse.

O estresse é um mecanismo de defesa natural do corpo e, quando controlado, não interfere demasiadamente na vida de uma pessoa, e é considerado até mesmo saudável. Porém, muitas vezes, esse estresse transforma-se gradualmente em algo que pode prejudicar a saúde e as relações sociais, já que impacta significativamente em aspectos físicos e psicológicos, causando inúmeras doenças, e também afetando as relações com a família, amigos, colegas, e até na capacidade de lidar com o trabalho. O estado de desânimo, esgotamento e pessimismo começa a interferir de tal forma, de modo que muitos indivíduos passam a acreditar que o trabalho, que já foi motivo de alegria, não traz recompensas. Neste momento, os pensamentos tomam dimensões grandiosas, com ideias de mudanças de que o trabalho e outras situações que não se consegue lidar, se alteradas, seja o melhor caminho.

Profissionais de qualquer área estão sujeitos aos efeitos do estresse, mesmo aqueles que não precisam lidar com um alto grau de pressão ou responsabilidade no cotidiano de seu trabalho. Os sintomas deste mal não se manifestam instantaneamente, e por isso às vezes pode ser difícil de identificar. Ao contrário, aparecem de forma bastante gradual.

Muitos pesquisadores, como Herbert Freudenberger, realizaram estudos sobre o estresse para identificar o seu dinamismo, e apontam alguns componentes desse processo de esgotamento:

×          Necessidade de se afirmar;

×          Dedicação intensificada;

×          Descaso com as próprias necessidades;

×          Choque de conflitos;

×          Negação dos problemas;

×          Recolhimento;

×          Mudanças bruscas de comportamento;

×          Vazio interior, sensação de impotência;

×          Depressão;

×          Esgotamento.


Esses últimos citados são os mais preocupantes à saúde mental de uma pessoa, e são estágios em que se deve procurar ajuda profissional o mais rápido possível. A síndrome do esgotamento profissional, por exemplo, corresponde a um colapso total do físico e do psíquico, em que geralmente ocorrem pensamentos de suicídio e crises depressivas.

Mesmo com as exigências que a sociedade moderna faz sobre velocidade e o ritmo de produtividade, é necessário nos conhecermos e sabermos claramente quais são os nossos limites físicos e psíquicos. Cuidemos de nossa saúde!

 

Referências:

Leiter, Michael P.; Maslach, Christina. No limite do estresse. Revista Mente Cérebro, edição especial, no. 53, Jan/2016.

Em: http://www.sermelhor.com/trabalho/as-fases-do-esgotamento-pelo-stress-no-trabalho.html. Acesso em 17/maio/2013.







Janeiro
 15
2016









Considerações sobre a prática de Coaching.

Por: Angelina Feltrin

Sullivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, na qual a PERSORE é credenciada, define “Coaching” como “um processo com foco 100% em solução, visando apoiar a pessoa que busca um desenvolvimento, seja pessoal ou profissional”.

A minha vivência como Coach nas organizações, conduzindo o processo de Coaching com indivíduos cujo resultado esperado é claramente definido, tem demonstrado que este processo é muito eficiente, “100% solução”. Porém, desde que haja no Coachee, o real desejo de alcançar estes resultados, que evidentemente lhe trará benefícios de curto ou médio prazo.

É essencial que haja uma motivação interna, que o individuo queira obter estes resultados. É esta motivação interna que permite que o processo caminhe com eficácia. Assim, utilizando as técnicas e ferramentas adequadas, conduzimos a pessoa ao conhecimento de seus recursos e ao desenvolvimento de suas habilidades, a fim de que “destrave” o seu potencial, maximize o desempenho e alcance os resultados desejados.

A aprendizagem que o Coaching proporciona à pessoa então é muito motivadora. Digo mais: - É transformadora! O feedback que recebe, seja dos colegas ou de seus superiores em relação ao seu desempenho e sua mudança estimula ainda mais a pessoa a buscar os resultados. E eles são surpreendentes!

Há alguns casos, porém, em que o desejo interno do Coachee não é necessariamente aquele esperado pela organização, seja porque há outras prioridades na vida do individuo, seja porque não compartilha com o que esperam de seu desempenho, seja porque há questões emocionais que impedem o “destravamento” da pessoa. Nesses casos, os resultados quase não são percebidos e o processo se torna “morno”. A minha percepção, como Coach, é a de que ele participa do processo para “atender ao chefe”, mas logo volta ao padrão de desempenho anterior. Não há transformação! O Coaching torna-se superficial, apenas com a utilização das ferramentas que dispõe.

Considero muito importante então que tudo isso seja esclarecido tanto para a direção da empresa, como para a liderança e para o próprio individuo. É necessária essa transparência, uma vez que em alguns casos a técnica poderá ser em vão. Tal como participar do curso de Coaching, conhecer práticas e ferramentas, mas não vivenciar o processo....

Mas este é assunto para um outro pensar....







Janeiro
 08
2016









Pesquisa de Clima Organizacional (PCO)

por: Ana Beatriz Casteleti Santos Custódio

Toda organização tem por objetivo permanente manter-se competitiva no mercado de trabalho, com metas alcançadas e bons resultados. Para isso, é necessário que os colaboradores estejam motivados, comprometidos e se sentindo parte integrante da mesma.

A Pesquisa e Diagnóstico de Clima Organizacional (PCO) é uma das ferramentas mais importante para a empresa que aplica a gestão participativa do fator humano, permitindo aos colaboradores expressarem suas opiniões sinceras, contribuindo para a melhoria geral do ambiente de trabalho.

Esta ferramenta consiste em um questionário com resultados quantitativo e qualitativo, elaborado por um profissional especializado, podendo ser um psicólogo, o qual deve trabalhar em conjunto com a diretoria da empresa. Pode ser aplicado grupal ou individualmente, porém, sempre com muito cuidado para que sigilo seja mantido. O resultado possibilita mensurar direta e indiretamente fatores que influenciam comportamentos, processos e a motivação no ambiente de trabalho, através de gráficos e relatórios quantitativos e qualitativos, elaborados após a análise dos questionários aplicados. O resultado final da Pesquisa e Diagnóstico de Clima Organizacional consiste em um material frente ao qual a diretoria da empresa encontra um panorama geral sobre a motivação e necessidades dos colaboradores, pontos positivos, pontos negativos em relação ao ambiente de trabalho, qualidade do trabalho, liderança, dentre outros aspectos relevantes. Diante dessas necessidades, é importante promover as mudanças necessárias e essenciais ao equilíbrio do grupo, e que impacta diretamente da produtividade e sucesso dessa organização. Vencendo resistências para essas implementações, conseguirá através de intervenções e monitoramentos precisos, reestabelecer o equilibro entre a realização profissional do colaborador e o seu desempenho organizacional. Enfim, todos saem ganhando.....







Dezembro
 18
2015









BALANÇO GERAL 2015!

Por: Joely Helena Roscito Bento

Dezembro chegou e com ele uma estranha mistura de sentimentos.
Estamos no final do ano, mais um ano, final de um ciclo, momento de constatações, conclusões. 
Olhamos perplexos para o calendário atrás da geladeira e dificilmente acreditamos: outro Natal! 
Então, Ficamos nós, sós e com a sensação de que o tempo está passando rápido demais. 
Mas será mesmo que o tempo corre ou somos nós quem passamos pela vida apressados, aflitos, perdendo um trem a cada segundo? 
E assim vamos todos, enfrentando os dias, acompanhados de reflexões que nos levam para um caminho estreito chamado de "Balanço Geral".
Como uma chuva farta que nos molha, somos inundados por tantos pensamentos inevitáveis e não temos onde esconder. Resta encara-los com coragem e poder verificar com clareza, quais foram o resultado dos nossos anseios pessoais, profissionais. 
E lá vamos nós, percebendo os fatos, vemos que alguns projetos não deram certo, houveram imprevistos e curiosamente outras coisas boas inesperadamente aconteceram. Ficamos felizes, surpresos, diria um pouco mais conformados. 
Podemos, então, nos refazer desses momentos de profundo contato com nossos objetivos, frustrados ou não e partir para a etapa seguinte, pois se aproxima 2016. 
É tempo de voltar a sonhar com o possível e fazer novos planejamentos. Traçar com cuidado cada etapa do processo de conquista e seguir em frente, contornando os possíveis obstáculos sem perder a fé e levando na bagagem pessoal a auto confiança e a lembrança das próprias competências e da capacidade de vencer. 
E ssim, quando chegarmos no dia 31 de dezembro poderemos dizer: 
- Que venha 2016 e com ele, tudo o que estiver reservado para mim: todo crescimento, todo aprendizado e a convicção de que no balanço geral , entre perdas e ganhos posso continuar em pé! 







Dezembro
 11
2015









A Importância do Treinamento nas Organizações

PorAngela M. Graciano Bellatti

O treinamento nas organizações propicia a capacitação de gestores e colaboradores, desenvolvendo as habilidades individuais e/ou grupais necessárias ao bom desempenho de suas funções. Dessa forma, ele deve ser considerado como um investimento e nunca como despesa ou custo.

No Treinamento Técnico-Operacional promove-se a capacitação das habilidades necessárias para o desempenho do cargo ou função.  Desenvolvem-se habilidades operacionais, como por exemplo, operar com excelência uma máquina ou equipamento.

No Treinamento Comportamental aprimoram-se as competências humanas, as  quais resultarão na melhora do relacionamento intra e interpessoal.  Ele possibilita melhorar o desempenho da liderança e da organização. Os colaboradores ganham mais confiança para suas relações do dia a dia no trabalho e podem (e devem) levar essas habilidades para sua vida pessoal, tornando-se pessoas melhores.

Os treinamentos comportamentais ajudam a construir um clima organizacional saudável, frente ao qual todo colaborador gostaria e deseja pertencer. Uma empresa com colaboradores bem treinados e um clima saudável caminha a passos largos para aumentar sua PRODUTIVIDADE,  transformando-se num pólo de retenção e desenvolvimento de pessoas com talento, impactando positivamente na imagem institucional da empresa.

A PERSORE oferece treinamentos personalizados e focados nas reais necessidades de cada equipe ou de cada profissional, fazendo o investimento valer à pena. 

Alguns Tipos de Treinamento:                   

·         Autoconhecimento

·         Comunicação

·         Trabalho em Equipe

·         Feedback

·         Coaching

·         Planejamento

·         Motivação

·         Tipos de Liderança

·         Etiqueta Empresarial

·         A Excelência no Atendimento ao Cliente

·         Como Ensinar/Treinar uma Nova Atividade

·         Análise do Problema e Tomada de Decisão







Dezembro
 04
2015









A importância de saber ouvir um feedback

Por: Regina Célia de Araujo Garcia

Quando falamos em comunicação e na importância de ouvir, muitos pensam: - "Para que isso? É só ouvir!" Pode parecer fácil, mas não damos a devida importância ao assunto. Nem sempre recebemos o que vem do outro de maneira adequada. Em geral, desejamos que nossas opiniões sejam aceitas pelo outro, e sofremos quando não somos entendidos. Quando recebemos críticas diferentes de nossas opiniões, algumas atitudes podem comprometer o entendimento entre duas pessoas e terminar em um grande transtorno.

No ambiente de trabalho, muitos líderes são treinados a dar feedback. Dar um feedback é muito importante. É uma ferramenta essencial de comunicação, sendo utilizado para comentar, informar à outra pessoa sobre a percepção em relação a uma ação executada, postura ou desempenho. O feedback mensura sobre uma tarefa específica ou problema de relacionamento, podendo ser positivo ou construtivo. Quando bem realizado, o feedback auxilia quem recebe a informação à manter ou buscar melhorias, soluções e ações adequadas ao desenvolvimento pessoal e profissional.

Porém, aquele que o recebe precisa estar realmente interessado em ouvir. Se o feedback for positivo, é fácil. No entanto, o grande desafio é receber um comentário negativo, diferente ao que se pensava, até então, estar realizando bem. Nessa hora, é muito comum as pessoas ficarem abaladas, e tomadas por uma grande carga emocional negativa. Podem sentir-se ofendidas, o que geralmente desencadeia mecanismos de defesa. Por isso, algumas atitudes como acusações, negação, exaltação, lágrimas, e sentimento de incompetência ou injustiça aparecem com frequência.

A solução é passarmos a enxergar o feedback como algo construtivo, que nos ajuda a enxergarmos como podemos melhorar e amadurecer. Se a pessoa que lhe dá o feedback está investindo tempo e pensamento na crítica, é sinal de que se preocupa com o ouvinte e quer ajudá-lo. Isso pode ser o sinal que precisávamos para pararmos um momento, refletirmos e nos autoavaliarmos.

"Nós não somos medidos por somente aquilo que somos, mas também pela percepção que as pessoas têm sobre nós”.

(Autor desconhecido).







 


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